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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar uma fan game antiga do Sonic aonde colocam o Fang de volta e uma corrida para pegar as esmeraldas do Caos

SONIC E FANG DORAM TROCADOS ? | HISTORIA SONIC CLASSIC

Espero que gostem!

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Fan games do SONIC

HISTORIA DE SONIC

SONIC ARCADE https://youtu.be/5_9srbsFLXI
SONIC R https://youtu.be/GRY156WPJ5E
Sonic 3d Blast https://youtu.be/2MjgwZmMENI
SONIC HEROES https://youtu.be/cDrlSPx2kkQ
Sonic Riders https://youtu.be/qhicC3Tj_3s

Descrições Abaixo são notas do Forum Sonic Retro na pagina de Download

Mais Sobre Sonic Classic

Sonic The Hedgehog Classic é um fangame de Sonic the Hedgehog feito por Hez em Multimedia Fusion 2, através do uso de um motor totalmente personalizado com alguns elementos do popular motor de comunidade Sonic Worlds. Sem contar o remake sonoro de Sonic Rebirth, foi de fato o primeiro projeto completo de fãs do Sonic com níveis originais e um alcance tão grande feito em um bom tempo.

Uma sequência está em andamento e, a partir de maio de 2018, está em um estado final de produção.

Embora isso tenha permitido que os fãs interrompessem a corrida pela melhor engine de Sonic em MMF2 para criar fases e jogos inteiros com certa facilidade, só recentemente temos visto projetos promissores, como o Rebirth, Axiom e Classic.

Esse último, Sonic Classic, foi lançado há pouco mais de uma semana após passar 4 ou mais anos no forno. O jogo começou como um modo extra para um remake de Sonic 1, mas acabou tornando-se a parte principal.

Essa versão inicial veio com vários bugs graves que atrapalham ou forçam a resetar o jogo (me atrapalharam mais do que naquele beta do Rebirth). E olha que o jogo foi atrasado por semanas.

Apesar disso e de outros problemas, como em partes do level design e da trilha sonora, o jogo foi bem recebido pela comunidade fangamer.

História
A história se passa essencialmente logo após Sonic & Knuckles. Dr. Robotnik / Eggman’s Egg caiu e retornou para South Island, e cabe aos nossos heróis finalmente destruir seus planos para o bem. Enquanto o acidente de navio de Robotnik chegou, você também. Agora você está em outra parte do South Island correndo para encontrar o caminho de volta para onde o Base Egg pousou antes que Robotnik pudesse voltar para o céu. Durante toda a comoção, as Esmeraldas do Caos se perderam em algum lugar da ilha novamente.

Sonic O ouriço
Nós sabemos muito pouco sobre o passado de Sonic; ele supostamente nasceu na Ilha Christmas, freqüentou a Ilha do Sul, e ele e o Dr. Eggman têm uma feroz rivalidade. Além disso, porém, seu passado é um completo mistério.

Miles Prower
Embora ele possa voar como um helicóptero, ele também gosta de voar no biplano vermelho do Sonic, o Tornado. Tails é um gênio mecânico com inteligência comparável ao do Dr. Eggman

Knuckles the Echidna

Knuckles é um equidna vermelho cujas penas parecem dreadlocks. De acordo com os jogos da Sega Mega Drive, Knuckles tem 15 anos. Ele estreou em Sonic the Hedgehog 3.

Fang o atirador

-Um pistoleiro e mecanismo de recompensas que apareceu em alguns spin-offs da série, sempre tentando roubar as Esmeraldas do Caos por propósitos monetários.
-Fang tem um “airdash” que pode ser usado no ar e o lança para a frente.

E agora, permitam-me apresentar as fases de Sonic Classic à vocês:

Zona 1: Hazel Hill

A primeira fase de Classic é tropical e bem básica, mas a parte inferior é de baixo d’água e seu visual me parece bem único e diferente das demais variações da Green Hill.

Zona 2: Crystal Caverns

…O resultado é que Sonic cai numa montanha nevada envolvida por rios de lava.

Isso fez algum sentido para vocês?

Zona 3: Gigalopolis

Gigalopolis é uma das fases de Sonic Chaos, lembram? Mas agora os robôs-besouros atiram projéteis e a fase tem escadas da Spring Yard e incontáveis vezes mais dashpads.

Zona 4: Aqua Arena

Conseguem ouvir?

Esta fase é baseada na Aqua Planet de Sonic Chaos e é uma fase aquática.

Zona 5: Desert Dunes

Deserto que lembra a mítica Dust Hill

Zona 7: Robot Rave

Scrap Brain + Metropolis com gráficos da Wacky Workbench e inimigos irritantes que disparam projéteis que explodem e disparam mais projéteis.

Zona 8: Base Egg

E lá se vai a aliteração. A Base Egg aqui tem os mesmos gráficos que tinha no Sonic 2, mas não corra muito por que há vários espinhos sacanas e desnecessários no caminho até o chefe, que é o Silver Sonic.

Análise

Blood of Dawnwalker vale a pena por R$ 300?

Agora, pagar R$ 300 ou esperar uma promoção vai depender do quanto essa proposta chama sua atenção. Para quem ficou interessado depois de conhecer essas mecânicas, certamente é um jogo que vale a pena acompanhar.

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Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Blood of Dawnwalker? Depois de jogar no PlayStation 5, posso dizer que esse é um daqueles jogos que acabaram me surpreendendo.

O jogo tem uma proposta bem interessante e, guardadas as devidas proporções, sua gameplay me lembrou um pouco The Witcher. Aqui, porém, você controla Coen, um vampiro que precisa salvar sua família e enfrentar o líder dos vampiros.

Mas o grande diferencial de Blood of Dawnwalker está na forma como o jogo trabalha o tempo.

Você tem apenas 30 dias

Durante a aventura, Coen tem 30 dias para cumprir seus objetivos. Parece bastante tempo, mas cada missão, investigação, combate ou tarefa pode consumir parte desse período.

E isso não funciona apenas como um contador decorativo.

As suas decisões realmente podem alterar o mundo. Se você demora para ajudar determinado personagem, ele pode acabar morrendo. Se demora para encontrar alguém, pode perder completamente aquela oportunidade.

Até mesmo alguns confrontos podem mudar dependendo de quando você decide enfrentá-los.

Um chefe que você poderia enfrentar em determinado momento pode reaparecer posteriormente em uma situação diferente e até mais poderoso.

Uma vibe de Zelda Majora’s Mask

Essa mecânica de tempo me lembrou bastante The Legend of Zelda: Majora’s Mask, principalmente pela sensação de que o mundo continua acontecendo enquanto você está fazendo outras coisas.

A diferença é que Blood of Dawnwalker mistura essa ideia com elementos de RPG, exploração, habilidades e escolhas que podem alterar o andamento da história.

E é justamente isso que torna a experiência interessante.

Você precisa pensar não apenas no que vai fazer, mas também quando vai fazer.

Os finais dependem das suas decisões

Como o tempo e as escolhas influenciam diretamente os acontecimentos, diferentes jogadores podem acabar tendo experiências bem diferentes.

Dependendo do que você consegue realizar durante os 30 dias, determinados personagens podem sobreviver ou morrer, algumas situações podem acontecer de maneiras diferentes e o próprio desfecho da história pode mudar.

Isso dá ao jogo um incentivo interessante para uma segunda jogatina.

Faltou uma dublagem

Um dos pontos que senti falta foi uma dublagem.

Blood of Dawnwalker é um jogo bastante focado em narrativa e personagens, então uma dublagem poderia deixar a experiência ainda mais envolvente.

É uma pena que isso tenha ficado de fora, principalmente considerando a quantidade de diálogos e acontecimentos durante a aventura.

Então, vale R$ 300?

Blood of Dawnwalker foi um jogo que estava completamente fora do meu radar e acabou me surpreendendo.

Ele não é perfeito, mas tem uma proposta diferente, principalmente por causa da mecânica dos 30 dias e da maneira como suas decisões afetam o mundo.

Se você gosta de RPGs com exploração, escolhas e consequências, e curte uma experiência em que o tempo realmente importa, Blood of Dawnwalker é um jogo que merece sua atenção.

Agora, pagar R$ 300 ou esperar uma promoção vai depender do quanto essa proposta chama sua atenção. Para quem ficou interessado depois de conhecer essas mecânicas, certamente é um jogo que vale a pena acompanhar.

Eu joguei no PlayStation 5 e, no geral, gostei bastante da experiência.

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Análise

Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

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A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.

Só que a história não fica apenas nisso.

Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.

E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.

Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.

Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.

A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.

As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.

É realmente um RPG muito bem acabado.

Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.

Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.

Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.

Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.

E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.

Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.

O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.

Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.

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