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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do sonic para mega drive e que temos que salvar passarios ( flickies ) para derrotar o eggman e salvar o mundo

Espero que gostem!

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HISTORIA DE SONIC

Sonic 3D Blast (ソニック3Dブラスト,, Sonikku 3D Burasuto?) ou Sonic 3D: Flickies’ Island (em na Europa, Austrália e Nova Zelandia, é um jogo eletrônico de plataforma isométrica da série Sonic the Hedgehog. Foi desenvolvido no Reino Unido pela Traveller’s Tales e públicado pela Sega. No oriental só a versão do Sega Saturn foi lançada. A versão Genesis/Mega Drive foi lançada também no serviço Virtual Console do Wii no final de 2007 na Europa e oriental, nos EUA foi lançado no dia 19 de Novembro de 2007. A versão Genesis/Mega Drive também está disponível no Sonic Mega Collection para GameCube, e no Sonic Mega Collection Plus para PlayStation 2 e Xbox.
O título Americano Sonic 3D Blast não deve ser confundido com o jogo Sonic Blast para o Sega Game Gear.

Por se tratar em um jogo em 3D, a jogabilidade de Sonic 3D Blast é diferente dos jogos anteriores. Com os direcionais, o jogador movimenta Sonic para cima, baixo e lados. Existe o botão para pular (A/C no MegaDrive) e um botão para rolar ou dar SpinDash. Caso você esteja correndo e aperte-o (B no MegaDrive), Sonic fará o Spin. Caso parado, Sonic fará o SpinDash. Sonic também pode utilizar o Homing Attack, caso estiver com o super shield

Dr Eggman descobre que alguns pássaros exóticos, chamados Flickies, vivem em uma ilha em outra dimensão. Ele descobriu que eles podem viajar para qualquer lugar usando grandes anéis, então ele decide explora-los transformando-os em robôs para ajuda-lo a encontrar as Esmeraldas do Chaos. Um dia, Sonic visitou a Ilha dos Flickies e viu o que Eggman tinha feito a eles. Ele decide libertar os Flickies e impedir Que o Eggman encontre as Esmeraldas.

Além da versão original do Mega Drive, Sonic 3D também estava disponível para o Sega Saturn para compensar o cancelamento do Sonic X-treme, o qual pretendia ser um título matador para o fim de ano de 1996; o jogo foi portado em sete semanas, durante o desenvolvimento da versão do Mega Drive. Contendo FMV’s, gráficos de alta qualidade incluindo um Special Stage em 3D real e uma trilha sonora em CD inteiramente nova, composta por Richard Jacques (que mais tarde produziu a trilha sonora de Sonic R. Um lançamento Europeu ocorreu em Fevereiro de 1997.

Em Setembro de 1997 um port da versão do Saturn foi lançado para PC na Europa e EUA, com vídeos e trilha sonora intactos, além de uma notável adição a de um sistema de saves, mas faltavam alguns dos efeitos do Saturn (como a neblina na Rusty Ruins) e com um special stage menos impressionante que misturava os Sprites 2D da versão do Mega Drive com a básica jogabilidade 3D da versão do Saturn. A versão do Saturn foi finalmente lançada no oriental no dia 14 de Outubro de 1999, a mesma data do Sonic Adventure International

Embora o título da versão PC mude entre as regiões, seu executável foi intitulado de “Sonic 3D Blast: Flickies’ Island”, uma combinação dos dois nomes. Além disso, “Sonic 3D: Flickies’ Island” foi o título usado para a versão oriental do Saturn, mas quando a versão do Mega Drive foi finalmente lançada na asia como parte do Sonic Mega Collection, seu nome foi novamente mudado para “Sonic 3D Blast”.

A versão niponica do Saturn tinha o tempo de load melhorado se comparado com as versões PAL e NTSC-U. A artwork do manual foi influenciada pelo estilo mais tarde usado nos jogos Sonic Adventure e na maioria das artworks dos personagens subsequentes da série, ainda que retratando o estilo clássico dos personagens do Sonic nesse estilo.

Games

Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 é uma prova que de Tudo que é bom tem um custo

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

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Eu joguei Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 e já vou direto ao ponto: depende muito do seu perfil como jogador.

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

O problema começa quando olhamos para o preço.

Ele custa o mesmo que um novo Zelda. E aí a comparação pesa.

Se eu fosse montar uma escala de prioridade dentro do universo Nintendo, ficaria mais ou menos assim: primeiro um Mario Kart, depois um jogo principal do Mario em plataforma ou até mesmo Donkey Kong Bananza. Só depois eu colocaria um Mario Tennis como terceira opção de compra.

Isso não significa que o jogo é ruim. Muito pelo contrário.

O modo online funciona bem e é um dos grandes pontos positivos. As partidas são estáveis e competitivas, o que aumenta bastante a vida útil do game. Além disso, o sistema de gameplay vai além do simples tênis. Não é só escolher um personagem com atributos diferentes. Você também pode usar raquetes com poderes especiais que lançam fogo, gelo, aplicam efeitos no adversário ou até criam clones seus na quadra. Algumas habilidades são até apelonas, mas deixam tudo mais dinâmico e divertido.

Você pode jogar tanto no controle tradicional quanto usando sensor de movimento, o que ajuda a variar a experiência.

Já o modo história é o ponto mais fraco. Ele tem boas animações, mas é bem cru. Grande parte da experiência é baseada em diálogos com personagens parados e funciona quase como um grande tutorial estendido. Não é algo que vá te prender por muitas horas.

No fim das contas, não acho que seja um arrependimento de compra. É um jogo divertido, competente e funciona muito bem no que se propõe. Mas é aquele tipo de título que faz você parar e pensar: será que eu prefiro investir esse valor nele ou em um Zelda pelo mesmo preço?

Se você ama jogos esportivos arcade e quer algo competitivo para jogar online, pode valer a pena. Se você está buscando uma experiência mais robusta e épica para o seu Nintendo Switch 2, talvez seja melhor repensar a prioridade.

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Análise

My Hero Academia ao Justice depois do hype ainda é um bom jogo? Vale o seu dinheiro?

Se você está pensando em pegar My Hero Academia: One’s Justice depois que o hype já passou, a pergunta é simples: ele ainda vale a pena hoje?

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Se você está pensando em pegar My Hero Academia: One’s Justice depois que o hype já passou, a pergunta é simples: ele ainda vale a pena hoje?

Vou te falar exatamente o que eu achei.

Multiplayer é o grande destaque

Esse jogo funciona muito bem como multiplayer versus.
Ele segue aquele estilo clássico de lutinha 3D arena que lembra bastante os jogos de:

  • Naruto: Ultimate Ninja Storm

Ou seja, arenas abertas, movimentação livre, combos simples de aprender e especiais cinematográficos.

Se a sua ideia é chamar um amigo para jogar versus no sofá ou online, ele cumpre bem o papel. É divertido, rápido e direto ao ponto.

E o modo história?

https://shared.fastly.steamstatic.com/store_item_assets/steam/apps/2362050/85c35f75abf91e1fae9f2543128841bd1e55ca8a/capsule_616x353.jpg?t=1771307546

Aqui ele surpreende um pouco.

O modo história até tenta ser mais interessante, trazendo:

  • Uma exploração em pseudo mundo aberto
  • Pequenas missões paralelas
  • Lutas específicas dos arcos finais

Mas vamos ser sinceros.
A exploração não aprofunda muito a experiência. Normalmente você vai:

  • Encontrar um objeto
  • Entregar algo para outro personagem
  • Fazer uma luta

Nada que realmente transforme o jogo.

Ele funciona melhor quando é direto e foca nas batalhas principais dos arcos mais recentes de My Hero Academia.

Elenco gigante, mas limitado

O jogo tem um grupo enorme de personagens, o que é excelente para fãs.

Porém, a maioria deles brilha mesmo no:

  • Modo Arcade
  • Modo Versus

No modo história, o uso é mais limitado.

E aí entra um ponto importante.

Parece mais uma atualização do que um novo jogo

Se você já jogou My Hero One’s Justice 2, vai perceber algo.

Você está basicamente jogando a mesma base.

As mudanças são:

  • Melhorias pontuais
  • Ajustes de gameplay
  • Elenco expandido

Mas quase nada aqui parece uma grande revolução.

Ele dá aquela sensação de que poderia ser um upgrade ou expansão.

É um jogo de nicho, feito com orçamento de nicho.

Falta de localização pesa

Minha maior crítica é simples.

Ele não tem tradução para português.

Sendo um jogo publicado pela Bandai Namco Entertainment, que já trouxe jogos de Naruto até com dublagem, era totalmente possível ao menos colocar legendas em português.

Isso pesa, principalmente para quem não domina inglês.

Então vale o dinheiro?

Depende do seu perfil.

Vale a pena se:

  • Você é muito fã de My Hero
  • Quer um jogo divertido para jogar versus
  • Não liga para inovação

Talvez não valha se:

  • Você já jogou bastante o anterior
  • Espera algo revolucionário
  • Quer uma experiência single player profunda

@eurkplay

My hero academia all justice não tem legenda mas é bom jogo #rkplay #myheroacademia #alljustice

♬ som original – Rk play

Depois do hype, My Hero Academia: One’s Justice continua sendo um bom jogo de luta de anime, mas nada além disso.

Ele não é ruim.
Ele não é incrível.
Ele é exatamente o que promete ser.

Um jogo divertido para fãs e só.

Se estiver em promoção, vale muito mais a pena.

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