Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do Sonic com muitos mods e Hacks que praticamente transformam ele em um JOGO NOVO
SONIC MANIA com 21 PERSONAGENS ?| SONIC FAN GAMES
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Fan games do SONIC
19 Personagens em SONIC 1
21 Personagens em SONIC MANIA https://youtu.be/kJkeQ6nFXAo
Fang in SONIC CLASSIC https://youtu.be/bfjh9vv0Hc4
Sonic WInter Adventure https://youtu.be/PIFG-QgLDbE
A volta de Tails Doll https://youtu.be/tXvEdVTGtkY
30 Chafes em 32 hacks do sonic https://youtu.be/q6IC1enaxPU
Sonic Scorched Quest https://youtu.be/hJJU_CwVBq4
Sonic Cyber Quest https://youtu.be/OOfMXB4eNLY
EGGMAN HATES FURRIES https://youtu.be/qBthAFswfEY
JOGOs do Filme do Sonic https://youtu.be/wzxtHRwmIpU
Personagens que aparece neste video
Eggman
Mighty
Bark
Blaze the cat
Blue Knuckles
Red Sonic
Classic Amy (Amy Rose / Rosy the Rascal(?))
Sonic.exe
Scourge
Lilac (Sash Lilac)
Carol Tea
Metal Sonic
Milla
Sonic (Sonic the hedgehog)
Silver the hedgehog (Silver)
Silver Sonic
Tails
Shadow (Shadow the hedgehog)
Ashura (Ashura the Hedgehog)
Knuckles & Knuckles
Super Blaze the cat (Super Blaze)
Super Eggman
Super Tails
Super Amy Rose (Super Classic Amy)
Super Lilac (Super Sash Lilac)
Bendy and The Ink Machinne
Goku e Vegeta Dragon Ball Super
Super Mario
Super Luigi
Sonic Mania (Sonikku za Hejihoggu Mannīa) é um jogo eletrônico side-scrolling de plataforma desenvolvido pela PagodaWest Games e Headcannon. Faz parte da série Sonic the Hedgehog e retorna para a jogabilidade 2D e o estilo visual original dos jogos Mega Drive. Foi lançado para PC, Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One em 15 de Agosto de 2017
O jogador controla Sonic the Hedgehog e os seus companheiros Miles “Tails” Prower e Knuckles the Echidna na sua aventura para derrotar o arqui-inimigo Doctor Ivo “Eggman” Robotnik.
Voltando para o estilo dos jogos originais de Sonic the Hedgehog para Mega Drive,[5] Sonic Mania é um jogo side-scrolling 2D de plataforma baseado em sprites, em que o jogador controla Sonic, Tails e Knuckles enquanto eles correm através de diversos níveis.[6] O jogo inclui novos níveis e alguns “remixados” de jogos passados, como o Green Hill Zone do original Sonic the Hedgehog. Junto com os movimentos clássicos como o spin attack e o spin dash, Mania introduz um novo movimento, o drop dash, que permite que o jogador instantaneamente avance em um ataque de rolamento ao cair de um pulo.
Espalhados pelos níveis encontram-se anéis dourados, uma forma de energia/saúde: se o jogador tem apenas um anel em sua posse e é tocado por algum objeto perigoso, sobreviverá, no entanto os seus anéis espalham-se e desaparecem passado alguns segundos. Pequenos monitores também se encontram pelos níveis, que contem anéis, escudos, ou ‘power-ups’ como invencibilidade ou velocidade temporários.[7][8] Anéis gigantes levando a estágios especiais, elemento que apareceu pela primeira vez em Sonic the Hedgehog, também existem em Sonic Mania.[7] Nestas fases, os personagens mudaram seu sprite para um modelo 3D retirado dos jogos que apareceram no Sega Saturn e terá que pegar um OVNI que tenha uma Esmeralda do Caos antes do tempo acabar (referência de Sonic CD, que tem que destruir 5 OVNI’s).
Após os eventos de Sonic & Knuckles e Sonic Generations, Sonic e Tails recebem uma poderosa leitura de energia da Angel Island (Ilha dos Anjos em português) e embarcam no avião de Sonic, o Tornado, para investigar. No entanto, o Dr.Eggman enviou um grupo de elite de robôs, os Hard-Boiled Heavies, para chegar primeiro ao sinal. Sonic e Tails chegam exatamente no momento em que Heavies estavam escavando a fonte do sinal, uma pedra preciosa misteriosa conhecida como Phantom Ruby (Rubi Fantasma em português). Os Heavies ganham novos poderes do rubi e enviam Sonic e Tails de volta no tempo, juntamente com o guardião da Angel Island, Knuckles. O trio Sonic, Tails e Knuckles viajam através de lugares de seu passado
Sonic Mania foi anunciado pela primeira vez, juntamente com o Sonic Forces, durante o evento do 25º aniversário da série Sonic the Hedgehog, realizado pela Sega durante a San Diego Comic-Con no dia 22 de julho de 2016. A equipe de desenvolvimento inclui os programadores Christian Whitehead, que trabalhou anteriormente no port melhorado de 2011 do jogo Sonic the Hedgehog CD, e Simon Thomley, que ajudou Whitehead com os ports de iOS e Android de Sonic the Hedgehog e Sonic the Hedgehog 2
Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player
A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.
A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.
A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.
Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.
O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.
Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.
Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.
Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.
Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.
Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.
No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.
Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.
REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha
No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.
Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.
O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.
Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.
A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.
Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.
As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.
Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.
No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.
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