Sonic Origins é a Grande nova coletanêa do Sonic lançado pela sega e Garanto que esse remaster tem muito mais alem do que aparenta
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0:00 Inicio 3:05 Ads 3:19 Sonic Origins 4:17 Museu e Extras 8:55 Multiplayer 11:44 Sonic 1 Remaster 13:45 Sonic Cd Remaster 18:04 Sonic 2 Remaster 21:43 Sonic 3 & Knuckles Remaster 26:37 Final com Referencia
Sonic Origins é uma compilação de videogame Sonic the Hedgehog da Sega. Apresenta remasters dos quatro primeiros jogos de plataforma da série Sonic originalmente lançado para o Sega Genesis e o SEGA CD: Sonic the Hedgehog (1991), Sonic the Hedgehog 2 (1992), Sonic CD (1993) e Sonic the Hedgehog 3 & Knuckles (1994). Os jogos são jogáveis em seu formato original e um novo formato widescreen que remove vidas. O Origins adiciona modos e missões adicionais de jogos, que permitem aos jogadores desbloquear conteúdo em um museu no jogo.
Origins foi concebido após o lançamento do filme Sonic 2020; devido ao fluxo de novos fãs, o chefe da Sonic Team, Takashi Iizuka, queria disponibilizar os jogos Sonic mais antigos no hardware moderno. Foi desenvolvido principalmente na Sega, embora Simon Thomley, que trabalhou em Sonic Mania (2017), desenvolveu o remaster do Sonic 3 & Knuckles. Origins está programado para ser lançado no Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Windows, Xbox One e Xbox Series X/S em 23 de junho de 2022, o 31º aniversário da série.
Sonic Origins compila e remasteriza os quatro primeiros jogos de plataforma da série Sonic the Hedgehog da Sega – Sonic the Hedgehog (1991), Sonic the Hedgehog 2 (1992), Sonic CD (1993) e Sonic the Hedgehog 3 & Knuckles (1994)— originalmente lançado para o Sega Genesis e o Sega CD. O jogador controla Sonic the Hedgehog, Miles “Tails” Prower, e Knuckles the Echidna enquanto tentam impedir o Doutor Robotnik de roubar as Esmeraldas do Caos. Eles atravessam níveis de rolagem lateral em altas velocidades enquanto coletam anéis, derrotam inimigos e chefes, e encontram segredos. Ao contrário dos originais, o jogador pode controlar Tails e Knuckles em qualquer jogo, com exceção de Knuckles em Sonic CD. O minijogo “Esferas Azuis” do Sonic 3 & Knuckles também está incluído.
O Origins apresenta duas versões de cada jogo: “modo clássico” é o formato original, apresentado em 4:3, enquanto o “modo aniversário” possui suporte para exibições widescreen, remove vidas,e permite que o Sonic use o “drop dash” do Sonic Mania (2017). Um “modo história” permite que os jogadores joguem os quatro jogos em sequência como Sonic, com novas cutscenes animadas que fazem a ponte de suas histórias. Os novos modos incluem um modo de corrida do chefe; um modo espelho que inverte os layouts de nível; e um modo de missão que desafia os jogadores a completar objetivos específicos. Um museu no jogo permite que os jogadores vejam uma coleção de música, arte e vídeos, incluindo as cutscenes do jogo. Os jogadores podem ganhar moedas através da jogabilidade, que podem ser usadas para comprar conteúdo para o museu ou tentativas adicionais em estágios especiais. Os jogadores que pré-encomendarem o jogo começarão com 100 moedas e modo espelho desbloqueado. Estética do menu, um conjunto de missões mais difíceis, e faixas de Sonic Spinball (1993), Knuckles’s Chaotix (1995) e Sonic 3D Blast (1996) para o tocador de música do museu estão disponíveis como conteúdo para download (DLC). Fonte Wikipedia
Metroid Prime 4 é Bom Mesmo? Análise Completa do melhor jogo do Nintendo Switch 2
Metroid Prime 4 divide opiniões com seu mundo semiaberto, foco em exploração e mudanças na jogabilidade. Veja a análise completa com pontos positivos, negativos e final explicado.
Metroid Prime 4 chegou cercado de expectativa. Depois de anos em desenvolvimento, reinícios e silêncio absoluto da Nintendo, o jogo finalmente foi lançado prometendo renovar a franquia. Mas será que conseguiu?
Neste artigo, vou analisar tudo o que Metroid Prime 4 faz de certo, onde ele erra e se realmente vale a pena jogar.
Metroid Prime 4 tenta reinventar a franquia
O jogo aposta forte em uma estrutura que mistura exploração, narrativa e mundo semiaberto, algo que não fazia parte da essência da franquia original.
Apesar disso, ele ainda carrega o DNA clássico do Metroid:
exploração metódica
backtracking
progressão por habilidades
foco em ambientação
O problema é que essa nova abordagem nem sempre funciona.
Metroid Prime 4 não é um mundo aberto de verdade
Mesmo parecendo um mundo aberto, o jogo é altamente limitado.
Você explora grandes áreas conectadas, mas:
só avança quando desbloqueia habilidades específicas
precisa seguir uma ordem pré-definida
muitas áreas parecem abertas, mas são bloqueadas artificialmente
Isso faz com que o jogo finja liberdade, mas mantenha tudo sob controle.
Combate funciona, mas não é o foco
O combate é sólido e bem construído, principalmente nos chefes. Porém, o foco do jogo não é ação intensa, e sim exploração e observação.
Se você espera algo próximo de um FPS rápido, vai se frustrar.
Metroid Prime 4 é mais sobre entender o ambiente do que reagir rapidamente.
Samus muda, mas continua distante
Após a recepção negativa de Metroid: Other M, a Nintendo optou por deixar Samus praticamente muda.
Ela quase não se expressa. Outros personagens falam por ela.
Isso cria uma narrativa estranha, distante e pouco emocional. Em muitos momentos, parece que os acontecimentos não têm peso real.
História ambiciosa, mas irregular
A trama envolve:
uma civilização extinta
cristais psíquicos
um planeta condenado
o retorno de Silux
A ideia é boa, mas a execução sofre. Muitos personagens surgem e desaparecem rápido demais, sem criar conexão emocional.
O vilão tem presença, mas não impacto suficiente.
O problema do mundo aberto e da moto
A inclusão da moto e das áreas abertas é um dos pontos mais controversos.
O mapa é grande, mas vazio. A exploração vira deslocamento. A moto serve mais como transporte do que como mecânica divertida.
O jogo tenta ser um Zelda moderno, mas não tem a liberdade que faz Zelda funcionar.
Chefes e desafios
Os chefes são o ponto alto do jogo:
visuais impressionantes
uso criativo dos poderes
boa variedade
Mas alguns encontros são longos demais e dependem de mecânicas pouco intuitivas.
Progressão travada e ritmo quebrado
Para avançar, o jogo obriga o jogador a:
coletar cristais
revisitar áreas antigas
cumprir objetivos secundários obrigatórios
Isso quebra totalmente o ritmo da narrativa e alonga artificialmente a campanha.
Final e conclusão
O final é simbólico, bonito e coerente, mas previsível.
Samus cumpre seu papel, o ciclo se fecha e a história termina de forma segura, sem grandes riscos narrativos.
Existe um final secreto, mas ele pouco altera o impacto geral.
Meu amigo, vou te falar a real: vale muito a pena comprar o Nintendo Switch 2 em 2026. Esse console já se mostrou como o verdadeiro sucessor da geração anterior e chega com força total, tanto para quem já vem do Switch original quanto para quem está entrando agora no ecossistema da Nintendo.
Meu amigo, vou te falar a real: vale muito a pena comprar o Nintendo Switch 2 em 2026. Esse console já se mostrou como o verdadeiro sucessor da geração anterior e chega com força total, tanto para quem já vem do Switch original quanto para quem está entrando agora no ecossistema da Nintendo.
O Switch 2 é o novo videogame da nova geração da Nintendo e isso significa duas coisas muito importantes. Primeiro, ele já começa com jogos novos e grandes lançamentos pensados diretamente para o hardware. Segundo, ele herda praticamente toda a biblioteca da geração passada, o que dá um catálogo gigantesco logo de cara.
Se você já tem um Switch 1, o upgrade faz bastante sentido. A diferença de desempenho, estabilidade e qualidade gráfica é bem perceptível. Jogos que antes rodavam com quedas de frame ou resolução mais baixa agora rodam de forma muito mais sólida. É aquele salto que você sente jogando, não só lendo ficha técnica.
Agora, se você nunca teve um Switch, aí a vantagem é ainda maior. Você entra direto em um ecossistema recheado de jogos incríveis. Dá pra jogar desde clássicos como Zelda, Mario e Smash Bros até lançamentos mais recentes como Metroid Prime, Donkey Kong Bananza e o novo Mario Kart. É conteúdo praticamente infinito.
Outro ponto muito forte é que o Switch 2 virou uma plataforma extremamente segura para jogos multiplataforma. Muitos títulos grandes estão chegando nele, como Resident Evil Requiem, Pragmata e outros que antes pareciam impossíveis em um console da Nintendo. Além disso, esses jogos costumam chegar com preços mais acessíveis em comparação a outras plataformas.
E claro, não dá pra ignorar a portabilidade. Poder jogar tudo isso no modo portátil continua sendo um diferencial absurdo. É aquele tipo de console que funciona tanto para quem joga em casa quanto para quem gosta de jogar em qualquer lugar.
O futuro também parece bem promissor. Ainda temos muitos jogos da própria Nintendo por vir, como novos Zeldas, futuros Smash Bros e títulos esportivos que sempre vendem muito bem. É uma base sólida, com suporte garantido por muitos anos.
Sendo bem sincero, acho muito difícil alguém se arrepender de comprar um Switch 2. O console está bem servido, tem uma biblioteca forte, bons exclusivos e um suporte que inspira confiança. A única coisa que falta para deixar ele absolutamente perfeito seria o GTA 6. Muita gente ainda tem esperança de ver esse jogo rodando nele e, do jeito que as coisas estão, eu não duvidaria nem um pouco.
Se você está pensando em entrar nessa geração, o Switch 2 é uma escolha extremamente segura.
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