The Big Bang Theoryestá chegando ao fim, mas o universo da série vai continuar com Young Sheldon, que conta as aventuras de Sheldon ainda criança.
Entrevistamos Iain Armitage, o Sheldon de Young Sheldon, e o pequeno ator comentou que aprendeu a entender o personagem com Jim Parsons, de The Big Bang Theory.
O Senhor Jim é muito incrível, ele é muito divertido de se ter por perto. E por Sheldon ser um personagem tão difícil de fazer, quer dizer, assim que você pega o jeito das coisas é mais fácil, mas é bem difícil no começo. Então no piloto inteiro ele ficou lá comigo e nós ficamos conversando.
Segundo Iain, Jim “é o Sheldon” e ele o acompanhou de perto no começo, explicando sobre como o personagem enxerga o mundo de uma maneira mais analítica e organizada que a maioria das pessoas:
Nós falamos sobre coisas como se tivesse uma pintura com umas manchas mais jogadas e cores bem vivas e outra com linhas bem organizadas, Sheldon escolheria a com linhas organizadas, enquanto eu escolheria as manchas. Ele é muito bom em me deixar no clima do Sheldon, então eu melhorei… eu espero!
O jovem ator tentou explicar também que a versão dele de Sheldon é diferente da que aparece em The Big Bang Theory por ele ser mais novo e mais vulnerável nesse momento. “Ele ainda não achou o seu lugar no mundo,” comentou Iain.
Estivemos em Los Angeles a convite da Warner Channel para participar, junto com outros jornalistas da América Latina, de uma mesa redonda com o elenco de Young Sheldon.
A segunda temporada de Young Sheldon estreia no Brasil dia 7 de outubro na Warner Channel.
Créditos FONTE , nerd bunker – link original https://jovemnerd.com.br/nerdbunker/young-sheldon-iain-armitage-entrevista/
A SEGA continua apostando forte em seus clássicos e agora chegou a vez de um dos jogos mais queridos da era dos arcades e do Dreamcast voltar com tudo. Sim, estamos falando de Crazy Taxi!
Para quem nunca jogou, Crazy Taxi é aquele tipo de jogo simples de entender e extremamente divertido de jogar. A missão é pegar passageiros, acelerar pelas ruas em alta velocidade, fazer drifts insanos, cortar caminho por onde for possível e levar cada cliente ao destino antes que o tempo acabe. Tudo isso com aquela energia caótica que transformou o título em um verdadeiro fenômeno dos fliperamas e dos consoles.
Mas desta vez a SEGA não está apenas trazendo uma versão modernizada do clássico. O novo Crazy Taxi promete expandir a fórmula original de maneira gigantesca.
Um Mundo Muito Maior
Uma das grandes novidades é que o jogo agora contará com uma estrutura em mundo aberto. Em vez de apenas realizar corridas em um mapa fechado, os jogadores poderão explorar diferentes cidades e regiões, realizando missões e acompanhando uma campanha com elementos de história.
Essa mudança tem potencial para tornar a experiência muito mais profunda, adicionando novos objetivos e motivos para continuar jogando além das corridas tradicionais.
Criador Original Está de Volta
Outra excelente notícia é que o criador original da franquia está envolvido no desenvolvimento do projeto. Isso significa que a essência que tornou Crazy Taxi um sucesso continua sendo uma das prioridades da equipe.
Para os fãs de longa data, isso aumenta bastante a confiança de que o espírito do jogo original será preservado mesmo com todas as novidades da nova geração.
Modo Arcade e Nostalgia Garantida
Além das novidades, o jogo também terá um modo arcade dedicado aos fãs da experiência clássica. Pelas informações divulgadas até agora, existe a possibilidade de que conteúdos relacionados aos jogos antigos estejam presentes dentro desse modo.
Se isso realmente acontecer, será uma ótima forma de preservar a história da franquia enquanto apresenta Crazy Taxi para uma nova geração de jogadores.
E o Multiplayer?
A SEGA também prometeu modos multiplayer, mas ainda existem várias perguntas sem resposta.
Será que teremos partidas online completas? Haverá modos cooperativos? Será possível competir contra outros taxistas em tempo real? E quem sabe até sistemas envolvendo perseguições policiais e eventos dinâmicos espalhados pelo mapa?
Por enquanto, a empresa ainda não revelou todos os detalhes, mas essa é certamente uma das áreas mais interessantes para acompanhar nos próximos meses.
Um Clássico Renascendo
Crazy Taxi foi um dos jogos que ajudaram a definir a identidade do Dreamcast e marcou uma geração inteira de jogadores. Sua mistura de velocidade, manobras radicais e jogabilidade arcade continua divertida até hoje.
Agora, com gráficos modernos, mundo aberto, campanha inédita e suporte às plataformas atuais, o retorno da franquia tem tudo para ser um dos projetos mais empolgantes da nova fase da SEGA.
Se a empresa conseguir manter a diversão frenética do original enquanto adiciona novas ideias, estamos diante de um dos retornos mais importantes da história da SEGA.
E você, está animado para o novo Crazy Taxi? Conte nos comentários o que mais gostaria de ver nesse retorno do clássico!
A SEGA finalmente resolveu apostar alto novamente em uma de suas franquias mais importantes. Durante sua recente apresentação, a empresa revelou Virtua Fighter Cross Roads, um projeto ambicioso que promete levar a lendária série de luta para um novo patamar.
O que mais chamou atenção foi justamente o fato de que o jogo não parece querer ser apenas mais um título tradicional do gênero. Embora o combate clássico em arenas continue sendo o coração da experiência, a proposta vai muito além disso. A apresentação mostrou um forte foco narrativo, exploração de cenários e elementos que lembram bastante a estrutura vista nos jogos da série Yakuza, atualmente conhecida como Like a Dragon.
Isso não é coincidência. A equipe responsável pelo projeto possui ligação direta com os desenvolvedores da franquia Like a Dragon, e isso fica evidente na forma como o mundo, os personagens e a narrativa estão sendo construídos. A ideia é criar uma experiência mais completa, misturando ação, exploração, momentos cinematográficos e até um toque de humor característico das produções da Ryu Ga Gotoku Studio.
A revelação acabou deixando algumas pessoas confusas. Afinal, Virtua Fighter sempre foi conhecido por ser uma franquia focada exclusivamente em combate. Porém, ao que tudo indica, a SEGA quer expandir os limites do gênero e oferecer algo que os jogos de luta raramente entregam atualmente: uma aventura de grande escala.
E isso é algo extremamente interessante. Durante os anos 90, a SEGA foi uma das empresas pioneiras dos jogos de luta em 3D, ajudando a definir padrões que influenciaram toda a indústria. Ver a companhia retornar a esse gênero com um projeto de grande orçamento demonstra confiança em uma fórmula que muitos estúdios deixaram de explorar.
Além de homenagear suas raízes, Virtua Fighter Cross Roads parece disposto a modernizar a franquia sem abandonar sua identidade. O resultado pode ser exatamente o que o gênero precisa para voltar a surpreender o público.
Pessoalmente, estou torcendo muito para que esse projeto dê certo. Os jogos de luta já viveram momentos de enorme popularidade, passaram por altos e baixos ao longo das décadas e hoje enfrentam um mercado bastante competitivo. Ainda assim, Virtua Fighter Cross Roads tem potencial para fazer algo realmente diferente e mostrar que ainda existe espaço para inovação.
Se a SEGA conseguir entregar tudo o que está prometendo, podemos estar diante de um dos projetos mais importantes da história recente dos jogos de luta.
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