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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do digimon no ps3 chamado de Digimon All star rumble

Espero que gostem!
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Digimon All-Star Rumble é um videogame de lucha desenvolvido por Bandai Namco Games para os consoles de videogame PlayStation 3 e Xbox 360. O mesmo que seus predecessores espirituais, apresente um Digimon de várias versões da série. Terça-feira, novembro de 2014 na América do Norte, [1] Europa e Austrália

Configuração

O jogo se passa no mundo digital em um momento de paz. Os Digimon propõem realizar um “Torneio Digimon Evolution” para ganhar experiência e Digivolve, além de determinar o mais forte. No entanto, há um motivo oculto por trás do torneio e os jogadores descobrirão o que é isso enquanto jogam no Modo História do jogo.

Jogabilidade e personagens

O Digimon All-Star Rumble possui 12 Digimon jogáveis ​​base (6 deles da Digimon Adventure, 2 da Digimon Adventure 02, 2 da Digimon Tamers e 2 da Digimon Fusion) e um total de 32 formas. Seis das formas básicas e suas Digivolutions foram reveladas no anúncio do jogo. [3]

Cada Digimon pode Digivolve em uma forma mais alta durante a batalha quando o medidor está cheio. Quando o Modo História é completado com um personagem, sua “Super Forma” será desbloqueada; para jogar como esta forma, ao selecionar o personagem, o jogador tem a opção de alternar a forma alternativa do personagem de sua forma Digivolved regular para a Super Form desbloqueada. Um certo poder no jogo transforma temporariamente os outros Digimon na batalha em Numemon.

No gráfico a seguir, os jogadores podem ver todos os Digimon, Digivolved Forms e Super Forms jogáveis ​​disponíveis no jogo. Algumas dessas evoluções não são comuns no universo Digimon, mas alguns ajustes foram feitos para equilibrar o jogo e incluir o maior número possível de formas.

Stage Digimon (inimigos)

ShellNumemon

Apemon

Goblimon

Mushroomon

Tortomon

CrânioMamothmon

Cyclonemon

Boltmon

Ebemon

Locomon (não pode ser atacado, ao invés disso, Locomon atropelará e danificará qualquer Digimon parado nos trilhos do trem quando ele passar por)

Recepção

O All-Star Rumble recebeu críticas médias e críticas de críticos, mantendo uma pontuação total de 49 no Metacritic.

Push Square deu ao jogo 5 em 10; resumindo que “em sua essência, o Digimon All-Star Rumble é um brawler acessível que pode ser um sucesso entre os jogadores mais jovens, mas numerosas questões prejudicam a diversão. O modo Story será frustrante, e enquanto o modo mais detalhado é facilmente o o melhor trunfo do título, a total falta de multijogador on-line será o prego no caixão para os entusiastas da luta. Com expectativas moderadas, os fãs podem obter algo disso, mas para todos os outros, existem melhores brigadistas por melhores preços já disponíveis no mercado ” [5]

O PlayStation Lifestyle deu ao jogo 4,5 em 10, elogiando os jogos como “lançamento ocidental exclusivo e a quantidade de conteúdo de personagens, mas considerou o jogo inacabado e repetitivo”. [6]

Mike Fahey, do Kotaku, afirmou que, apesar de seu desejo por um jogo Digimon, “não foi suficiente para que eu pudesse dar um passe nesse esforço.

Análise

Fire Emblem: Fortune’s Wave – Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

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Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

O jogo é simplesmente lindo. Os gráficos em estilo anime são impressionantes, as animações são muito bem produzidas e existe uma grande preocupação em desenvolver a relação entre os personagens enquanto a história avança.

E é justamente aí que aparece um problema enorme para o público brasileiro: o jogo não possui localização para português.

Quando penso em recomendar esse jogo para a galera que acompanha o RK Play, essa é uma das primeiras coisas que passam pela minha cabeça. Estamos falando de um jogo focado em história, personagens, diálogos e construção de um universo medieval. Ou seja, entender o que está acontecendo não é apenas um detalhe.

Você pode até saber inglês e conseguir jogar tranquilamente. Mas muita gente no Brasil não domina o idioma. E isso não significa falta de interesse em videogames. Muitas pessoas simplesmente nunca tiveram a oportunidade de aprender inglês de forma suficiente para acompanhar um jogo com centenas de diálogos.

E existe outro ponto importante: você pode saber inglês, mas seus amigos, familiares ou outras pessoas que poderiam conhecer esse jogo talvez não saibam.

Isso acaba criando uma barreira enorme.

Eu já falei aqui no perfil sobre esse jogo e, sinceramente, é um título que eu facilmente consigo recomendar para muita gente. Ele tem uma proposta muito interessante, visual impressionante, combate estratégico, exploração e muitas horas de conteúdo.

Só que, para quem não entende inglês, a experiência pode ficar bastante prejudicada.

E o pior é que você não está apenas deixando de entender algumas frases. Você pode acabar perdendo justamente uma das partes mais importantes da experiência: a história e a relação entre os personagens.

Eu sei que qualquer pessoa pode começar a aprender inglês a qualquer momento. Também sei que existem escolas bilíngues e pessoas que têm contato com o idioma desde cedo.

Mas estamos falando do Brasil.

Uma localização em português não seria apenas uma comodidade. Para muita gente, ela seria a diferença entre conseguir aproveitar completamente o jogo ou simplesmente deixar passar.

Por isso fica a pergunta: uma tradução para português poderia fazer esse jogo alcançar muito mais jogadores no Brasil?

Na minha opinião, quando um jogo depende tanto de narrativa e diálogo, a localização faz uma diferença enorme na possibilidade de ele conquistar um novo público.

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Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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