Connect with us

Published

on

Steam deck pela amazon https://amzn.to/3FZvqRm
Steam Deck pelo Mercado livre https://mercadolivre.com.br/sec/2WdnSPi


Me siga nas redes sociais: 👇
rkplay.com.br/minhasredes

✉️ Contato Profissional: rkplay@woomaxx.com

Esse aqui é o Steam deck, o videogame da Valve que é o competidor do Nintendo Switch, só que ele roda os jogos da PC via Steam. A compatibilidade de jogos é limitada, mas ele tem um desempenho até que interessante no modo portátil, podendo jogar na televisão também. Custando mais ou menos R$ 2000, ele é um videogame que realmente vale a pena se você souber onde comprar e quais jogos irá jogar. Vou deixar um link de referência aqui na descrição, e é sobre ele que vou falar nesse vídeo.

Agora, meu amigo, se você conhece muitos portáteis por aí, você vai entender que o Steam deck surgiu numa época em que basicamente tinha um controle dominado pela Nintendo com o Nintendo Switch, e a Valve vendo uma possibilidade de tentar expandir e sair um pouco do PC básico fez esse portátil aqui. Claro, tem que agradecer à Nintendo, porque, por causa do Switch, veio a moda de todo mundo tentar fazer um console portátil, e a Valve foi a única que conseguiu fazer alguma coisa relevante, pelo menos por enquanto.

Olha, quando você for pesquisar sobre o Steam deck, você vai acabar descobrindo que existem vários modelos diferentes: modelo de 64 GB, 256, até um pouco personalizado, porque tem gente que abre e coloca tipo um tera. Essa memória interna é, na verdade, um mSATA, é um SSDzinho que tem aqui dentro e funciona com uma memória interna que realmente é bem rápida. Se você for tentar ir pelo lado mais barato, você vai ter que se contentar comprando um SSD para botar aqui dentro, abrindo o aparelho, e você pode fazer isso, ou você pode ir pelo caminho mais básico, que é trocar no cartão SD.

Tem gente aí que está comprando tipo no Aliexpress, em várias lojas online na Amazon também. Aqui eu vou deixar o link na descrição. Se você quiser comprar, você pode comprar esses cartões de memória que são realmente muito bons, mas não são compatíveis com qualquer tipo de cartão de memória. É bom deixar claro para você que você tem que pegar aqueles cartões de memória que têm tipo uma velocidade muito mais alta, uma capacidade melhor, não só porque dura mais, mas que eles aguentam o estresse.

Porque não adianta você pegar tipo um cartão de memória genérico que você colocaria no celular para armazenar música MP3. Eu tô falando de um cartão de memória que realmente é feito para usar em câmera, para usar em vários outros aparelhos que necessitam de alta velocidade, porque, meu amigo, não adianta você ter um Steam deck e usar um cartão de memória barato. Os jogos vão travar, e o cartão de memória vai acabar super aquecendo ou parando de funcionar. Tem que tomar cuidado com isso.

A minha experiência jogando com ele assim no modo portátil é que ele de fato tem uma pegada muito mais confortável. Só para fazer uma comparação aqui, tipo, ele parece ser meio grandão, mas ele é um pouquinho maior que o Switch, que já é meio grande também. Só que tem uma parada: o Switch, quando eu comparo jogando nele, tipo, ele tem um controle menos responsivo. Ele é feito para uma mão menor. No momento que eu comecei a jogar no Steam deck, eu comecei a reparar nesse pequeno detalhe, tanto que ele tem, sabe, essa pegada aqui atrás, tem até uns botões aqui atrás para poder personalizar. Mas o lance é que ele é muito mais confortável para se jogar no portátil assim.

É lógico que a bateria não acaba durando tanto, mas ele tem uma vantagem muito maior. Você pode ligar sim, usando ele com um dock na televisão como um console, e isso é muito bom. Olha, vou mandar real em 2024 a gente não sabe, porque a grande verdade nesse console em comparação com outros é que assim, ele tem o lance de ser jogos baseados em PC. Tem jogo que já veio otimizado com personalização gráfica para você jogar direto nesse portátil, só que assim, tem vários jogos que também não vão rodar. Tem jogo indie que é lançado e nem pensa em adaptar funções pro Steam deck, mas jogos de grandes empresas, principalmente Playstation, eles começaram a dar uma atençãozinha especial.

Tanto que quando você vai configurar gráfico e tal, você encontra tipo opções otimizadas pro Steam deck, e isso é bem legal, porque a Valve tá incentivando várias empresas a fazerem isso. Olha, eu vou deixar bem claro que no momento que eu tô gravando esse vídeo, e declarações que a Valve já estaria trabalhando num sucessor pro Steam deck. Enquanto editava esse vídeo, esse sucessor foi lançado, é o Steam deck OLED, e para quem tava na dúvida, ele é basicamente o mesmo videogame de antes, só que ele não vai ter a memória de 64 GB de base. Então, quem quiser comprar o de 64 GB tem que ir no modelo antigo. De resto, ele roda exatamente igual os outros, tem uma bateria melhor por causa da tela, porque a tecnologia OLED acaba gastando menos bateria no modo portátil na tela, mas o desempenho nos jogos ainda é o mesmo.

Então, isso aqui não é tipo um Steam deck novo, isso aqui é uma boa notícia para quem quer comprar o Steam deck antigo, porque parece que a tela normal vai ficar um pouco mais barata, em compensação do OLED que tá chegando, e parece que é um sinal de que em breve terá novos modelos com novos processadores. Mas isso aí apenas o tempo dirá. A Asus, por exemplo, lançou aqueles Asus ROG ali, que é basicamente um mini PC diferente desse aqui, que é baseado em Linux. Ele já roda o Windows e tem um processador bem mais otimizado, uma bateria que parece durar mais, os jogos rodam melhor nele, só que ele não tem aquela otimização do Steam deck.

Só que você tem uma vantagem, você pode pegar tipo as configurações que é baseada no Steam deck e botar nele, e ele vai rodar bem. Então, tipo, a Valve tá ficando realmente para trás. Como é uma briga de PCs e os jogos que você

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

Published

on

By

Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

Continue Reading

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

Published

on

By

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending