O Mega Man Network Transmission, conhecido no Japão como Rockman EXE Transmission (Rock ッ ク マ エ グ グ ゼ ト ラ ラ ミ ミ ミ ョ ン), é um videojogo desenvolvido por Arika e publicado pela Capcom e pela ShoPro Entertainment para a consola Nintendo GameCube. O jogo foi lançado pela primeira vez no Japão em 6 de março de 2003 e nas regiões da América do Norte e PAL em junho do ano seguinte. Network Transmission faz parte da série Mega Man Battle Network, que se originou no handheld Game Boy Advance (GBA).
Ocorrendo um mês após os eventos do primeiro jogo Megaman Battle Network, o enredo segue o protagonista Lan Hikari e seu avatar online MegaMan.EXE em sua luta contra a organização “WWW (World Three)” e sua tentativa de libertar e espalhar o Infecciosa “Zero Virus” no ciberespaço. O jogador controla MegaMan através de um conjunto de níveis que requerem ações como pular, correr e atirar, assim como o uso de “Battle Chips” especiais que concedem ao jogador várias habilidades de combate e movimento. A Transmissão em Rede combina elementos de ação e de jogabilidade em plataformas de jogos mais antigos de Mega Man com os elementos de estratégia e interpretação de papéis definidos pela série Battle Network.
A intenção da equipe de desenvolvimento era unir esses atributos em um título de console doméstico que atraísse o público jovem jogador que eles encontraram com a série GBA. A recepção crítica para a Transmissão em Rede tem sido principalmente revisões médias. Apesar de ter recebido algumas observações positivas sobre a jogabilidade do Battle Chip, muitos críticos reclamaram que o jogo apresenta um nível de dificuldade alto ou desequilibrado. O som do jogo e sua combinação de gráficos em 2D e 3D cel-shaded foram recebidos com opiniões variadas.
O enredo da Megaman Network Transmission ocorre durante a primeira década do século XXI (“200X”), um mês após a Megaman Battle Network original. [4] Após a derrota do “Vírus da Vida”, a derradeira arma do Dr. Wily e da organização “WWW (World Three)”, Lan Hikari e seu navegador de rede (NetNavi) MegaMan.EXE retornam a uma vida fácil. No entanto, não mais cedo Lan começa a relaxar quando ele ouve de um vírus de computador misterioso e destrutivo chamado de “Zero Virus”, que infecta Navis e provoca caos através do seu terminal de informação pessoal (PET) e-mail. [4] [5] Lan tem outros escrúpulos para lidar no entanto, recebendo um e-mail detalhando NetNavi Roll.EXE sendo preso na internet. MegaMan vai salvá-la, encontrando um FireMan.EXE infectado como a causa do problema. Derrotando-o, o duo fala com o operador do FireMan, Mr. Match, e fica sabendo que a vacina que está sendo distribuída para emendar o vírus Zero está realmente fazendo exatamente o oposto, fazendo com que o FireMan ficasse furioso. [6]
Confirmando isso com o pai de Lan, Dr. Yuichiro Hikari, os dois partiram em busca da cura do problema, encontrando muitas situações de Navis pragmáticas infectadas e causando o caos. Parando todos eles e devolvendo-os a seus respectivos operadores, os dois eventualmente descobrem mais pistas que levam aos remanescentes da WWW. É revelado que um poderoso Navi chamado StarMan.EXE distribui o vírus. [7] Depois de derrotar StarMan, MegaMan e Lan se envolvem em uma batalha climática contra o poderoso super vírus Zero. No entanto, na conclusão da batalha, assim como o golpe final está prestes a ser entregue a Zero, os heróis descobrem que ele não é mau.
Feliz ano novo! E já vou começar sendo direto: 2026 tem tudo para ser um ano completamente maluco para o universo do Sonic. Filme, possíveis animações, séries, remakes, novos jogos, fan games e muito mais. É sobre isso que vamos falar agora.
A Sega claramente está em um momento estratégico com a franquia, e mesmo que muitos vazamentos estejam circulando por aí, vou focar aqui no que é oficial, no que faz sentido dentro do histórico da empresa e no padrão de lançamentos do Sonic.
O estado atual dos jogos do Sonic
O último grande jogo 3D da franquia foi Sonic x Shadow Generations, que apesar de trazer conteúdo novo com o Shadow, ainda é essencialmente um remaster.
Já Sonic Racing CrossWorlds entra claramente na categoria de spin-off, e isso é importante para entender o cenário atual.
Muita gente acredita que 2026 pode trazer um novo jogo 3D principal, algo como uma sequência direta de Sonic Frontiers, mas sendo bem sincero: 👉 eu não acredito que isso vá acontecer este ano.
O motivo é simples: o Sonic Racing ainda tem várias DLCs planejadas, a Sega já fala até em um segundo ano de conteúdo, com novas temporadas e personagens. Isso muda completamente o ritmo de lançamentos.
Se não tivermos um jogo 3D totalmente novo, o caminho mais lógico seria um relançamento.
O próprio Sonic x Shadow Generations mostra que a Sega está confortável em revisitar jogos antigos. Por isso, uma possibilidade muito comentada é uma coletânea no estilo Mario 3D All-Stars, reunindo jogos da Era Adventure, como:
Sonic Adventure
Sonic Adventure 2
Sonic Heroes
Isso ainda é especulação, claro, mas faz sentido para preencher o calendário.
O retorno do Werehog?
Outro ponto curioso é o destaque recente do Werehog, personagem de Sonic Unleashed. A Sega vem fazendo muitas referências a ele, tanto em jogos mobile quanto nas redes sociais. Inclusive, ele aparece como personagem desbloqueável para quem comprou o Sonic Racing na pré-venda.
👉 Isso levanta a dúvida: será que a Sega planeja um remaster ou porte de Sonic Unleashed para a nova geração?
Se isso acontecer, imagino algo parecido com o tratamento dado a Sonic x Shadow Generations:
gráficos melhorados
melhorias técnicas
legendas em português, o que seria incrível para novos jogadores
Seria perfeito… mas ainda precisamos esperar.
E um novo Sonic Clássico?
Se tem algo que faz muito sentido em 2026, é o retorno do Sonic Clássico.
O último jogo solo clássico foi Sonic Superstars, lançado em 2023. Ou seja, já teríamos um intervalo ideal.
Hoje, a Sega trabalha o Sonic em ciclos bem definidos:
jogo 3D
remaster
spin-off
jogo 2D
Por isso, um novo jogo 2D do Sonic em 2026 seria totalmente plausível.
Alguns fãs sonham com algo mais experimental:
um Sonic Clássico em 3D isométrico
algo na linha de Sonic 3D Blast, mas sem a mecânica dos Flickies
ou até algo inspirado em Penny’s Big Breakaway
Eu, particularmente, acho difícil… mas sonhar não custa nada.
Sonic Dream Team pode sair do Apple Arcade?
Outro projeto que não pode ser ignorado é Sonic Dream Team.
O jogo já recebeu várias atualizações e segue exclusivo do Apple Arcade, mas sabemos que alguns títulos da plataforma acabam migrando para consoles, como aconteceu com o jogo das Tartarugas Ninja.
👉 Não seria absurdo imaginar o Sonic Dream Team chegando aos consoles depois de consolidado.
Sonic Heroes Remaster? Aqui faz sentido!
Se a Sega optar por remasterizar apenas UM jogo da Era Adventure, na minha opinião, o melhor candidato é Sonic Heroes.
Por quê?
é o mais longo
é acessível para novos jogadores
conecta bem com o cinema
A jogabilidade hoje envelheceu mal (parece que os personagens estão sempre patinando no gelo 😅), mas com ajustes, poderia virar um excelente remaster.
E mais: com Metal Sonic ganhando destaque no cinema, relançar um jogo onde ele é fundamental para a história seria uma jogada perfeita de marketing.
DLCs, eventos e fan games
Mesmo que nenhum jogo inédito saia em 2026, conteúdo não vai faltar:
Mais DLCs de Sonic Racing
Personagens novos (inclusive a aguardada DLC do Mega Man)
Sonic Amateur Games Expo (SAGE) – focada em fan games
Sonic Hacking Contest – mods e hacks incríveis
Esses eventos sempre entregam coisas absurdamente criativas para quem acompanha a comunidade.
Sonic Central, Sega Direct e os 35 anos do Sonic
2026 marca os 35 anos do Sonic, então é praticamente impossível a Sega deixar essa data passar em branco.
Existe a possibilidade de:
retorno do Sonic Central
ou até uma Sega Direct, misturando Sonic, Persona e Like a Dragon
Seria simplesmente incrível.
Sonic 4: o filme e o futuro do cinema
Por fim, temos Sonic the Hedgehog 4, que estreia no início de 2027.
Seguindo o padrão dos filmes anteriores:
primeiro trailer deve sair entre outubro e dezembro de 2026
possivelmente no The Game Awards
Além disso, há rumores de:
spin-off do Shadow
sequências mais próximas umas das outras
um filme 100% animado do Sonic, inspirado no sucesso do Mario
Se isso acontecer… é o sonho se realizando.
E agora?
Agora eu quero saber de você 👇 Você acha que 2026 vai trazer:
um novo jogo 2D?
um grande remaster?
mais DLCs?
ou tudo isso junto?
Esse é o ano de aniversário de 35 anos do Sonic. Muita coisa pode acontecer… ou nada pode acontecer (o clássico da Sega 😅).
Mas uma coisa é certa: eu vou estar aqui com vocês, enlouquecendo a cada anúncio.
Metroid Prime 4 é Bom Mesmo? Análise Completa do melhor jogo do Nintendo Switch 2
Metroid Prime 4 divide opiniões com seu mundo semiaberto, foco em exploração e mudanças na jogabilidade. Veja a análise completa com pontos positivos, negativos e final explicado.
Metroid Prime 4 chegou cercado de expectativa. Depois de anos em desenvolvimento, reinícios e silêncio absoluto da Nintendo, o jogo finalmente foi lançado prometendo renovar a franquia. Mas será que conseguiu?
Neste artigo, vou analisar tudo o que Metroid Prime 4 faz de certo, onde ele erra e se realmente vale a pena jogar.
Metroid Prime 4 tenta reinventar a franquia
O jogo aposta forte em uma estrutura que mistura exploração, narrativa e mundo semiaberto, algo que não fazia parte da essência da franquia original.
Apesar disso, ele ainda carrega o DNA clássico do Metroid:
exploração metódica
backtracking
progressão por habilidades
foco em ambientação
O problema é que essa nova abordagem nem sempre funciona.
Metroid Prime 4 não é um mundo aberto de verdade
Mesmo parecendo um mundo aberto, o jogo é altamente limitado.
Você explora grandes áreas conectadas, mas:
só avança quando desbloqueia habilidades específicas
precisa seguir uma ordem pré-definida
muitas áreas parecem abertas, mas são bloqueadas artificialmente
Isso faz com que o jogo finja liberdade, mas mantenha tudo sob controle.
Combate funciona, mas não é o foco
O combate é sólido e bem construído, principalmente nos chefes. Porém, o foco do jogo não é ação intensa, e sim exploração e observação.
Se você espera algo próximo de um FPS rápido, vai se frustrar.
Metroid Prime 4 é mais sobre entender o ambiente do que reagir rapidamente.
Samus muda, mas continua distante
Após a recepção negativa de Metroid: Other M, a Nintendo optou por deixar Samus praticamente muda.
Ela quase não se expressa. Outros personagens falam por ela.
Isso cria uma narrativa estranha, distante e pouco emocional. Em muitos momentos, parece que os acontecimentos não têm peso real.
História ambiciosa, mas irregular
A trama envolve:
uma civilização extinta
cristais psíquicos
um planeta condenado
o retorno de Silux
A ideia é boa, mas a execução sofre. Muitos personagens surgem e desaparecem rápido demais, sem criar conexão emocional.
O vilão tem presença, mas não impacto suficiente.
O problema do mundo aberto e da moto
A inclusão da moto e das áreas abertas é um dos pontos mais controversos.
O mapa é grande, mas vazio. A exploração vira deslocamento. A moto serve mais como transporte do que como mecânica divertida.
O jogo tenta ser um Zelda moderno, mas não tem a liberdade que faz Zelda funcionar.
Chefes e desafios
Os chefes são o ponto alto do jogo:
visuais impressionantes
uso criativo dos poderes
boa variedade
Mas alguns encontros são longos demais e dependem de mecânicas pouco intuitivas.
Progressão travada e ritmo quebrado
Para avançar, o jogo obriga o jogador a:
coletar cristais
revisitar áreas antigas
cumprir objetivos secundários obrigatórios
Isso quebra totalmente o ritmo da narrativa e alonga artificialmente a campanha.
Final e conclusão
O final é simbólico, bonito e coerente, mas previsível.
Samus cumpre seu papel, o ciclo se fecha e a história termina de forma segura, sem grandes riscos narrativos.
Existe um final secreto, mas ele pouco altera o impacto geral.
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