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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos HISTORIA DE SONIC THE HEDGEHOG

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HISTORIA DE SONIC

Playlist

Historia de Sonic 1 https://youtu.be/GzL9-XRMHwI

Historia de Sonic CD https://youtu.be/52ff02U8tnw

Sonic 1 e 2 do master system https://youtu.be/LptAcsYlGSo

Tails adventure https://youtu.be/OQ6_Yt30j8A

O início da década de 90 acompanhou uma verdadeira guerra no mundo dos games. A Sega e a Nintendo buscavam ano-a-ano aperfeiçoar os seus jogos, para atrair novos consumidores para si. A Nintendo já possuía o seu próprio mascote – o baixinho bigodudo Mario Bros. A Sega tentou investir no jogo Alex Kid, mas o game não correspondeu mais às expectativas dos usuários. Uma das principais reivindicações era a necessidade de um jogo mais rápido. Com isso, a Sega investiu pesado no game Sonic the Hedgehog, protagonizado por um ouriço azul que corre a velocidades incríveis e o mundo dos games assistia ao nascimento daquele que viria a ser um dos maiores sucessos do mundo dos games.

O jogo atendeu às expectativas dos fãs. Sonic the Hedgehog é um jogo rápido, com muita ação. Ao longo das fases não faltará desafios: espinhos, inimigos, paredes secretas, obstáculos e muito mais. O personagem sobrevive dos anéis. Toda vez que Sonic é atingido por um inimigo ou cai num espinho, fogo, dentre outros obstáculos, o personagem irá perder estes anéis. Se o personagem estiver sem nenhum anel ele morre.

Historia

Na Ilha do Sul todos viviam tranquilamente até aparecer um cientista maluco, Dr. Robotnik. Com o objetivo de dominar o mundo, Robotnik capturou inúmeros animais para usá-los em sua nova experiência: ele quer formar um exército de robôs (os badniks) comandados por esses animais, que ficarão presos dentro deles. Enquanto isso, ele terá tempo de sobra para procurar as místicas Chaos Emeralds (em português: Esmeralda do Caos ou Esmeralda Caóticas). Essas pedras possuem um poder desconhecido, mas sabe-se que quem as possuir terá uma grande fonte de energia ao seu dispor.

O único que poderá deter este plano é o ouriço azul Sonic the Hedgehog. Graças à sua velocidade, ele enfrentará todos os badniks, que após destruídos, liberam o animal que os comandavam. Mas Sonic terá que enfrentar várias vezes o Dr. Robotnik. O desafio está lançado. Será o ouriço forte e esperto o suficiente para pôr fim aos planos de Robotnik?

O jogo possui 7 fases. Cada uma é dividida em atos, sendo em número de 3 até a sexta fase, e num único ato para a sétima fase. Você sempre enfrenta o chefe no Ato 3.

Green Hill Zone – Uma paisagem tropical, típica de ilha, repleta de loopings e paredes que escondem acessos secretos. Dica: para acessar as passagens secretas pegue velocidade, e faça o uso do giro-supersônico para quebrar. Não são todas as paredes que possuem isso. Dica: Alguns monitores ficam escondidos nas palmeiras. Antes do chefe, no terceiro ato, há uma invencibilidade escondida na palmeira logo no início da ponte. Para pegá-la, você terá que pegar impulso, voltando um pouco para trás. Chefe: facílimo: basta subir numa das plataformas e acertá-lo quando a bola estiver do lado oposto. Após isso lembre-se de correr para o outro lado tomando cuidado para não ser atingido. Basta acertar o chefe 8 vezes e você já terá ele destruído.

Labyrinth Zone – primeira fase aquática do jogo, repleta de obstáculos. Dica: logo no início do ato 3 você vai ficar caindo pelo riacho infinitamente. Você precisa chegar na segunda plataforma e acionar o botão (para chegar nela, basta pular, sem usar o direcional). Dica: cuidado com os inimigos que surgem do chão: para identificá-los eles deixam parte do seu corpo para fora. Dica: cuidado com os eixos giratórios com uma pedra de espinho na ponta. Às vezes é melhor ter calma, e ficar o mais próximo possível do eixo central para continuar atravessando o cenário. Dica: para recuperar o fôlego, procure as bolhas de ar, que ficam espalhadas em vários locais. Apenas as bolhas grandes dão ar. Elas surgem de um aglomerado de bolhas. Chefe: você o enfrentará andando pelo cenário. Por isso é preciso ter calma, pois tem realmente muitos obstáculos. Não é preciso bater no chefe, basta você desviar dos obstáculos. O chefe fugirá quando você chegar até a parte final da fase.
#rkplay #robertokarlos #sonic

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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