Connect with us

Published

on

Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos HISTORIA DE SONIC THE HEDGEHOG

Espero que gostem!

Quer acompanhar o canal de perto?

Nossa page do FaceBook –
Rk play

Nosso grupo do FaceBook –
Gamers Brasil

Siga nos no Twitter!
@robertocarlosfj

Siga nos no Instagram!
robertocarlosfj

Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

HISTORIA DE SONIC

Playlist

Historia de Sonic 1 https://youtu.be/GzL9-XRMHwI

Historia de Sonic CD https://youtu.be/52ff02U8tnw

Sonic 1 e 2 do master system https://youtu.be/LptAcsYlGSo

Tails adventure https://youtu.be/OQ6_Yt30j8A

O início da década de 90 acompanhou uma verdadeira guerra no mundo dos games. A Sega e a Nintendo buscavam ano-a-ano aperfeiçoar os seus jogos, para atrair novos consumidores para si. A Nintendo já possuía o seu próprio mascote – o baixinho bigodudo Mario Bros. A Sega tentou investir no jogo Alex Kid, mas o game não correspondeu mais às expectativas dos usuários. Uma das principais reivindicações era a necessidade de um jogo mais rápido. Com isso, a Sega investiu pesado no game Sonic the Hedgehog, protagonizado por um ouriço azul que corre a velocidades incríveis e o mundo dos games assistia ao nascimento daquele que viria a ser um dos maiores sucessos do mundo dos games.

O jogo atendeu às expectativas dos fãs. Sonic the Hedgehog é um jogo rápido, com muita ação. Ao longo das fases não faltará desafios: espinhos, inimigos, paredes secretas, obstáculos e muito mais. O personagem sobrevive dos anéis. Toda vez que Sonic é atingido por um inimigo ou cai num espinho, fogo, dentre outros obstáculos, o personagem irá perder estes anéis. Se o personagem estiver sem nenhum anel ele morre.

Historia

Na Ilha do Sul todos viviam tranquilamente até aparecer um cientista maluco, Dr. Robotnik. Com o objetivo de dominar o mundo, Robotnik capturou inúmeros animais para usá-los em sua nova experiência: ele quer formar um exército de robôs (os badniks) comandados por esses animais, que ficarão presos dentro deles. Enquanto isso, ele terá tempo de sobra para procurar as místicas Chaos Emeralds (em português: Esmeralda do Caos ou Esmeralda Caóticas). Essas pedras possuem um poder desconhecido, mas sabe-se que quem as possuir terá uma grande fonte de energia ao seu dispor.

O único que poderá deter este plano é o ouriço azul Sonic the Hedgehog. Graças à sua velocidade, ele enfrentará todos os badniks, que após destruídos, liberam o animal que os comandavam. Mas Sonic terá que enfrentar várias vezes o Dr. Robotnik. O desafio está lançado. Será o ouriço forte e esperto o suficiente para pôr fim aos planos de Robotnik?

O jogo possui 7 fases. Cada uma é dividida em atos, sendo em número de 3 até a sexta fase, e num único ato para a sétima fase. Você sempre enfrenta o chefe no Ato 3.

Green Hill Zone – Uma paisagem tropical, típica de ilha, repleta de loopings e paredes que escondem acessos secretos. Dica: para acessar as passagens secretas pegue velocidade, e faça o uso do giro-supersônico para quebrar. Não são todas as paredes que possuem isso. Dica: Alguns monitores ficam escondidos nas palmeiras. Antes do chefe, no terceiro ato, há uma invencibilidade escondida na palmeira logo no início da ponte. Para pegá-la, você terá que pegar impulso, voltando um pouco para trás. Chefe: facílimo: basta subir numa das plataformas e acertá-lo quando a bola estiver do lado oposto. Após isso lembre-se de correr para o outro lado tomando cuidado para não ser atingido. Basta acertar o chefe 8 vezes e você já terá ele destruído.

Labyrinth Zone – primeira fase aquática do jogo, repleta de obstáculos. Dica: logo no início do ato 3 você vai ficar caindo pelo riacho infinitamente. Você precisa chegar na segunda plataforma e acionar o botão (para chegar nela, basta pular, sem usar o direcional). Dica: cuidado com os inimigos que surgem do chão: para identificá-los eles deixam parte do seu corpo para fora. Dica: cuidado com os eixos giratórios com uma pedra de espinho na ponta. Às vezes é melhor ter calma, e ficar o mais próximo possível do eixo central para continuar atravessando o cenário. Dica: para recuperar o fôlego, procure as bolhas de ar, que ficam espalhadas em vários locais. Apenas as bolhas grandes dão ar. Elas surgem de um aglomerado de bolhas. Chefe: você o enfrentará andando pelo cenário. Por isso é preciso ter calma, pois tem realmente muitos obstáculos. Não é preciso bater no chefe, basta você desviar dos obstáculos. O chefe fugirá quando você chegar até a parte final da fase.
#rkplay #robertokarlos #sonic

Análise

Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Published

on

By

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.

Só que a história não fica apenas nisso.

Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.

E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.

Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.

Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.

A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.

As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.

É realmente um RPG muito bem acabado.

Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.

Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.

Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.

Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.

E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.

Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.

O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.

Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.

Continue Reading

Games

Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Published

on

By

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Cara, vou te falar que vale pra caraca.

Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.

E visualmente o negócio está impressionante.

Uma nova versão do Onimusha

Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.

Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.

Agora a situação é completamente diferente.

Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.

E aí entra a espada.

O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.

Combate, orbes e ataques especiais

Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.

Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.

Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.

Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.

E o sensor de movimento do Switch 2?

No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.

E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.

Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.

Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.

A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.

Onimusha continua sabendo fazer comédia

Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.

O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.

E isso é muito Capcom.

A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.

Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.

Uma história cheia de reviravoltas

Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.

Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.

E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.

É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”

Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.

Vale os R$ 200?

Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.

Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.

A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.

No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.

Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.

Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.

E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending