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Sinopse Em Jambandra, uma distante estação espacial, um indivíduo encapuzado misterioso finaliza um ritual, mas tal ritual, falho, acaba fazendo quebrar um grande cristal escuro em forma de coração selado por quatro lanças, mandando vários fragmentos do cristal—os Jamba Hearts—pelo universo. Aguns Jamba Hearts caem em Popstar, e muitos personagens, incluindo o Rei Dedede e Meta Knight, são afetados por eles. Kirby, por outro lado, é atingido por um coração que lhe dá a habilidade de jogar corações para fazer amigos. Kirby nota vários Waddle Dees levando comida para o Castelo Dedede e decide ir atrás do rei. Depois de derrotar Dedede e Meta Knight possuídos, uma grande fortaleza, Jambastion, pousa em Popstar. Lá, Kirby derrota as irmãs generais Francisca, Flamberge e Zan Partizanne e parte para o espaço em uma Warp Star.
Depois de passar por vários planetas e derrotar Francisca e Flamberge novamente, Kirby chega à Base de Jambandra e quebram sua barreira defensiva e finalmente encontram Hyness, o líder do ritual que planeja restaurar seu “deus escuro” selado no cristal, Void Termina. Derrotando Zan Partizanne mais uma vez, Kirby enfrenta Hyness, que logo perde seu capuz e revela sua aparência real. Derrotado, Hyness sacrifica suas subordinas e ele mesmo para reviver Void Termina. Kirby e seus amigos usam um pedestal para ir atrás de Void Termina usando uma Friend Star, mas as lanças que prendiam o cristal se fundem à estrela, formando o poderoso Star Allies Sparkler.
A batalha final começa com Void Termina revelando sua aparência humanoide. Com esta forma derrotada, sua cabeça cai e revela uma passagem para seu interior, onde Kirby parte o órgão que protege o núcleo. Void Termina expele Hyness e as irmãs, Kirby e seus amigos de dentro de si e sua forma humanoide assume uma forma alada. Ele é derrotado, e, novamente dentro do corpo, sua forma verdadeira é revelada: uma forma de esfera com três pontos que podem arranjar-se de várias formas, incluindo o rosto de Kirby. Void Termina logo revela um olho vermelho dentro de si, assumindo uma forma de Dark Matter. Fora do corpo, Kirby e todos os amigos finalmente destroem Void Termina. O Sparkler é destruído, e todos voltam para Popstar em uma Warp Star.
Outras cenas No sub-jogo Guest Star ???? Star Allies Go!, após a derrota de Hyness, Galacta Knight surge de um portal para batalhar contra Kirby e amigos. Porém, uma borboleta pousa em sua lança e se funde com o guerreiro, transformando-o em Morpho Knight, com uma máscara vermelha com antenas e asas de borboleta. Depois de derrotado, ele desaparece.
No sub-jogo The Ultimate Choice, na dificuldade Soul Melter, Void Termina aparece como o chefe final, mais poderoso que no modo história. Em vez de seu núcleo normal, a forma final é Void Soul, que tem uma coloração azul claro em vez de arroxeada como no modo história.
Em Heroes in Another Dimension, que acontece após a história principal, Hyness e as irmãs são corrompidos e estão em Outra Dimensão. Kirby e os outros devem viajar por quatro dimensões para abrir a última, onde derrotam as irmãs e Hyness, agora como Corrupt Hyness.
No sub-jogo The Ultimate Choice, na dificuldade Soul Melter EX, Morpho Knight EX é mais poderoso que sua forma anterior. Void Termina, também mais poderoso, tem sua forma verdadeira revelada como Void, um núcleo branco com pontos vermelhos
Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.
O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.
Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.
Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.
O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.
Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.
Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.
E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.
Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.
O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.
O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.
Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.
No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.
Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.
O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.
E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.
Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.
My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.
Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.
Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.
Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.
Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.
O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.
É claro que não é perfeito.
Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.
Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.
E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.
Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.
A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.
Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.
E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.
Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.
Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.
Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.
Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.
Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.
Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.
E o principal problema é o cross-save.
Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.
Mas isso não acontece.
Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.
Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.
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