Connect with us

Published

on

Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um Mega Man X8 é o oitavo jogo da franquia Mega Man X. Depois da afronta dos fãs por causa da infeliz transição para 3D no Mega Man X7, a Capcom retornou ao tradicional estilo de progressão plataformistas nas fases, apesar de continuar com as modelagens em 3D. Apenas dois estágios são percorridos em jet-bikes em vários ângulos, e não no modo plataforma.

Espero que gostem!

Quer acompanhar o canal de perto?

Nossa page do FaceBook –
Rk play

Nosso grupo do FaceBook –
Gamers Brasil

Siga nos no Twitter!
@robertocarlosfj

Siga nos no Instagram!
robertocarlosfj

Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

————
PLAYSLIST youtu.be/F9DVfxlp9YM

EPISODIOS EM ORDEM DA TIME LINE DA SÈRIE

Megaman Unlimited https://youtu.be/3hsy06ERCOo
Megaman Project Zero https://youtu.be/x9Ruv3yGrK8

Megaman X4 https://youtu.be/RpNBxSyVuWw
Megaman X7 https://youtu.be/y2ERYV6Lf0w
Mega man X8 https://youtu.be/TXk-5ntuaJA

Megaman Zero 1 https://youtu.be/NTl5jFXdS_I
Megaman Zero 2 https://youtu.be/gdgpd6_WH1c
Megaman Zero 3 https://youtu.be/_nnO2XlM5CU]
Megaman Zero 4 : https://youtu.be/f5VQTQWhcXw

MEGA MAN ZERO COMPLETO https://youtu.be/Urisv60qbVY

Megaman ZX https://youtu.be/Vc1YzInxzRo
MEgaman ZX ADVENT https://youtu.be/nW1DEuQtveI

MEGA MAN ZX COMPLETO https://youtu.be/Urisv60qbVY

Megaman Legends https://youtu.be/jkI8ULtiSrw

Megaman Battle Network Tranmission https://youtu.be/EGeXoOmyCBA

SPIN OFF megaman https://youtu.be/uT8GXK_f7w4

O legal do jogo é que
Mega Man X8 é um jogo tradicional de plataformas. X, Zero e Axl tem atributos específicos a cada um para ajudar na navegação nas fases e a derrotar os inimigos e cada um tem uma armadura secreta que pode ser acessível comprando todos os itens para estar 100% e terminado o jogo:

Axl tem a habilidade de atirar em qualquer direção, flutuar horizontalmente por distâncias curtas, e grudar no muro enquanto estiver atirando. Ele também tem o “Copy Shot” que o permite copiar o DNA de certos Reploids inimigos e assumir a forma deles por certo tempo.

X tem o mais confiável e poderoso tiro no jogo. Quando as cápsulas do Dr. Light são encontradas, ele pode equipar as partes da armadura para aumentar suas habilidades. Alguns upgrades incluem o “Shadow Dash”, a capacidade de passar de ataques dos inimigos sem levar dano que é muito útil para desviar, atirar um poderoso laser contínuo no tiro carregado e mesmo tomar danos sem ser impulsionado para trás.

Zero é um lutador no estilo mano-a-mano e não tem armas de longo alcance. Ele usa diferentes armas que aumentam/diminuem seu alcance e poder e pode até usar a espada do Sigma depois de comprá-la num clear file. Ele é também o único que pode pular duas vezes em seqüência. #rkplay #robertokarlos #historiamegaman

Mega Man X8 é o oitavo jogo da franquia Mega Man X. Depois da afronta dos fãs por causa da infeliz transição para 3D no Mega Man X7, a Capcom retornou ao tradicional estilo de progressão plataformistas nas fases, apesar de continuar com as modelagens em 3D. Apenas dois estágios são percorridos em jet-bikes em vários ângulos, e não no modo plataforma.

Algum tempo depois dos eventos de Mega Man X7, X, Axl e Zero são convocados a uma missão próxima à Torre Jakob para investigar um Mechaniloid estilo caranguejo de cor vermelha. Eles o enfrentam e o derrotam, mas são interrompidos por uma rajada de mísseis vinda de Vile, que foi aparentemente foi revivido desde sua derrota no Mega Man X3. Vile seqüestrou o líder do Projeto Jakob, Lumine, por razões desconhecidas e seu resgate se tornou uma missão para os Maverick Hunters

Porém, o que os Hunters não sabiam era que Sigma estava envolvido na história mais uma vez, mas agora, com seu mais ambicioso e maligno plano. Em Mega Man X7, foi revelado que Axl é o primeiro do seu tipo, um protótipo da nova geração de Reploids que possui a habilidade de copiar o DNA de outros via um copy chip. Em adição, eles têm sequências de dados construídas milimetricamente para preveni-los de se tornarem Mavericks. Em Mega Man X8, essa nova geração vem saindo fora da linha de montagem para trabalhar no projeto Jakob, sendo que podem copiar corpos mais fortes para resistir a grandes pressões, presumivelmente a custo mais baixo que construindo o robô por si mesmo.

O plano de Sigma é simples. Em todo copy chip desses robôs está o DNA dele próprio, isto é, a nova geração “à prova de Mavericks” de Reploids estão, de fato, aptos a se tornarem Mavericks por vontade própria. Ele busca chamuscar a Terra para remover a “velha geração” e repopulá-la com sua “ninhada”, um método de dominação mundial muito mais eficiente que nas tentativas anteriores. Com quem ele não contava era Lumine. Quando Sigma foi inevitavelmente derrotado no seu palácio, Lumine entra para assumir toda a operação e exterminar os Maverick Hunters (assume-se que ele tentaria de qualquer maneira).

Análise

Star Fox 64 no Switch 2: o remake que transforma um clássico em uma nova experiência

A Nintendo finalmente encontrou uma forma interessante de revisitar seus grandes clássicos do Nintendo 64. O primeiro deles é Star Fox 64, que retorna no Nintendo Switch 2 completamente reimaginado, com gráficos modernos, novas cenas, dublagem e uma apresentação muito mais cinematográfica.

Published

on

By

A Nintendo finalmente encontrou uma forma interessante de revisitar seus grandes clássicos do Nintendo 64. O primeiro deles é Star Fox 64, que retorna no Nintendo Switch 2 completamente reimaginado, com gráficos modernos, novas cenas, dublagem e uma apresentação muito mais cinematográfica.

Mesmo sendo essencialmente o mesmo jogo que os fãs conheceram no Nintendo 64, essa nova versão consegue transmitir uma sensação diferente. É como jogar Star Fox 64 novamente pela primeira vez.

Uma nova visão para a história de Star Fox

A história acontece no sistema Lylat, onde o cientista Andross acaba sendo responsável por uma enorme destruição em Corneria. Como consequência, ele é banido e exilado no planeta Venom.

Longe de ser derrotado, Andross transforma Venom em uma enorme base militar e começa a construir um exército capaz de iniciar uma guerra.

General Pepper então convoca a equipe Star Fox, formada originalmente por James McCloud, Peppy Hare e Pigma Dengar.

A situação muda completamente quando Pigma trai o grupo e entrega informações ao inimigo. James acaba sacrificando sua própria nave para salvar Peppy e atrasar as forças de Andross.

É uma abertura muito mais cinematográfica do que aquela apresentada no jogo original.

Anos depois, uma nova formação da Star Fox surge. Fox McCloud assume o papel de protagonista e líder, acompanhado por Peppy, Slippy Toad e Falco Lombardi.

Falco também recebe uma caracterização diferente. Ele está muito mais sério e frequentemente entra em conflito com Fox, aproximando-se mais da personalidade apresentada na versão japonesa do Nintendo 64.

O visual é completamente diferente

A maior transformação está obviamente nos gráficos.

O Star Fox 64 original utilizava modelos e texturas extremamente limitados pelas capacidades do Nintendo 64. Agora, cada planeta possui ambientes muito mais detalhados, iluminação moderna e uma atmosfera muito mais pesada.

Corneria, por exemplo, consegue transmitir uma sensação muito maior de escala e destruição.

O visual dos personagens também mudou bastante. A Nintendo optou por uma estética inspirada nos bonecos e materiais promocionais utilizados durante a época do Star Fox original.

Inicialmente pode causar estranhamento, principalmente para quem está acostumado com outras versões dos personagens, mas depois de algumas horas de jogo essa estética começa a funcionar.

Mais cenas e uma história muito mais cinematográfica

Uma das maiores melhorias não está necessariamente na jogabilidade, mas na apresentação.

O remake adiciona muito mais cenas de animação e diálogos entre as fases. Isso faz com que a campanha tenha uma estrutura muito mais próxima de um filme.

E existe outro detalhe importantíssimo: o jogo é totalmente dublado.

A dublagem ajuda muito na imersão e dá personalidade aos personagens. Algumas vozes são interpretadas por dubladores conhecidos, o que torna a experiência ainda mais interessante.

Para quem jogou Star Fox 64 dezenas de vezes, ouvir esses personagens conversando durante a campanha muda completamente o ritmo da aventura.

A essência de Star Fox 64 continua intacta

Apesar de todas as mudanças visuais e narrativas, a base continua sendo a mesma.

Você controla a Arwing através de fases em alta velocidade, destruindo inimigos, desviando de ataques e tentando evitar acertar seus próprios aliados.

O fogo amigo continua sendo uma parte importante da experiência.

Além disso, algumas fases possuem objetivos específicos que determinam quais caminhos você poderá seguir.

Na primeira fase, Corneria, por exemplo, salvar Falco permite acessar uma rota alternativa. Depois disso, ele indica uma sequência de arcos que leva a uma área escondida e desbloqueia uma batalha contra um chefe secreto.

Essas pequenas condições tornam a campanha muito mais interessante.

Você não está simplesmente seguindo uma linha reta até o final.

As rotas alternativas fazem você jogar novamente

Um dos grandes diferenciais de Star Fox 64 sempre foi a possibilidade de seguir diferentes caminhos.

O remake mantém essa característica.

Dependendo das suas ações durante determinadas fases, novas áreas, diálogos e batalhas podem aparecer.

Isso faz com que o jogo tenha um forte incentivo à rejogabilidade.

Você pode terminar a campanha e voltar imediatamente para tentar descobrir uma rota diferente.

E isso é particularmente interessante porque existem finais diferentes.

Corneria mostra o potencial do remake

Corneria é uma excelente demonstração do que essa nova versão pretende fazer.

A fase começa com um ambiente relativamente tranquilo, mas rapidamente transforma o cenário em uma zona de guerra.

A iluminação, os efeitos de destruição e a quantidade de detalhes fazem uma diferença absurda em comparação com o Nintendo 64.

Ao salvar Falco, também é possível desbloquear uma rota alternativa que leva a uma batalha contra um cargueiro.

Esse chefe é uma reconstrução de um inimigo que apareceu no primeiro Star Fox do Super Nintendo, funcionando como uma espécie de homenagem à história da franquia.

Meteo e o portal secreto

Meteo é uma das fases mais tensas para quem está começando.

Asteroides e meteoros aparecem constantemente no caminho, enquanto inimigos surgem em meio aos obstáculos.

Aqui também existe uma mecânica interessante envolvendo ondas de energia.

Ao atravessar corretamente essas ondas, a Arwing ganha velocidade e pode acessar um buraco de minhoca.

Esse portal funciona praticamente como uma fase bônus.

Dentro dele, diversos objetos aparecem para serem destruídos, liberando anéis, itens de recuperação e melhorias para o tiro.

É um dos momentos mais curiosos da campanha.

Catina e o combate em arena

Catina muda completamente o ritmo.

Em vez de seguir por um cenário linear, você participa de uma grande batalha aérea contra enormes quantidades de inimigos.

Um disco voador aparece e começa a liberar novas aeronaves, obrigando o jogador a destruir suas entradas enquanto tenta sobreviver ao caos.

É uma das partes mais cansativas da campanha, principalmente quando o número de inimigos começa a atrapalhar o ritmo.

Ainda assim, é uma boa demonstração de como Star Fox consegue alternar entre diferentes formatos de combate.

Setor X e os enormes chefes

Setor X apresenta uma instalação mecânica construída pelas forças de Andross.

O cenário possui diferentes caminhos, máquinas, minas e mecanismos de defesa.

No final aparece Spyborg, um enorme robô equipado com braços gigantes.

É aquele tipo de chefe clássico dos videogames: uma máquina enorme que parece ter sido criada especificamente para bater no jogador.

A batalha funciona bem e mantém a tradição dos grandes confrontos da série.

Macbeth quebra completamente o ritmo

Macbeth é uma das fases mais diferentes.

Em determinado momento, Fox deixa de utilizar a Arwing e passa a controlar um tanque.

A mudança é interessante, mas também deixa a movimentação muito mais pesada.

O jogador precisa lidar com obstáculos, pedras e um trem em alta velocidade.

Além disso, existem torres que precisam ser destruídas para alterar o caminho do trem.

Se você conseguir destruir todas elas antes que o trem faça a curva, poderá impedir uma situação ainda pior.

Caso contrário, a fase se transforma em uma batalha mais complicada.

É uma daquelas fases que divide opiniões, justamente porque quebra completamente o ritmo tradicional de Star Fox.

A chegada do Star Wolf

Em determinado momento da campanha, a equipe rival finalmente aparece.

O Star Wolf funciona como uma contraparte da Star Fox.

Wolf O’Donnell é o líder e possui uma relação antiga com James McCloud.

Leon é um dos membros mais agressivos e provocadores do grupo.

Andrew é sobrinho de Andross e participa da equipe como parte de seus interesses.

E Pigma, o antigo membro da Star Fox que traiu seus companheiros, também está presente.

O interessante é que os rivais possuem provocações direcionadas aos membros específicos da Star Fox.

Isso ajuda a criar uma rivalidade muito mais pessoal durante os confrontos.

Venom e o confronto final

Depois de atravessar diferentes planetas e rotas, Fox finalmente retorna para Venom.

O planeta possui uma importância enorme para a história porque foi justamente onde seu pai morreu.

Fox carrega esse peso emocional durante toda a campanha.

A fase final também permite que o jogador siga diferentes caminhos dependendo das instruções dos companheiros.

Falco pode indicar uma rota mais difícil, enquanto Slippy pode indicar um caminho mais seguro.

Essas escolhas aparentemente simples podem mudar a experiência durante a fase.

Andross está muito diferente

O confronto final apresenta uma versão muito mais assustadora de Andross.

Ele abandonou praticamente toda a sua forma original para se transformar em uma máquina.

Sua própria cabeça se tornou uma arma.

A batalha envolve destruir suas mãos, desviar de seus ataques e atacar seus olhos.

Apesar da aparência intimidadora, o combate não é particularmente difícil depois que você entende seus padrões.

A batalha também reforça uma das principais ideias da história: Andross abandonou sua própria humanidade em busca de poder.

O verdadeiro final é o grande destaque

Depois da primeira batalha contra Andross, existe uma conclusão que pode parecer definitiva.

Fox retorna para sua equipe e tudo parece ter terminado.

Mas existe algo estranho.

A sensação de que Andross simplesmente desapareceu sem deixar consequências cria uma dúvida.

Ao seguir determinadas rotas e completar desafios mais difíceis, é possível alcançar um final diferente.

E é nesse momento que o jogo entrega uma das cenas mais emocionantes de toda a campanha.

Fox acaba ouvindo seu pai, James McCloud.

A cena é curta, mas possui um peso enorme.

James incentiva Fox a continuar e demonstra que seu filho finalmente se tornou forte.

Depois disso, ele desaparece.

A Nintendo deixa aberta a interpretação sobre o que realmente aconteceu.

Pode ter sido uma manifestação espiritual, uma memória ou até mesmo uma alucinação causada pela situação extrema.

Independentemente da interpretação, funciona muito bem como encerramento emocional.

O multiplayer é bom, mas poderia ser melhor

O remake também possui um modo multiplayer baseado em equipes.

Os jogadores podem participar de batalhas entre grupos, completar objetivos e coletar recursos para suas bases.

O modo funciona bem online e permite partidas com vários jogadores.

Também existe uma integração interessante com o GameShare, permitindo que pessoas sem o jogo participem em determinadas situações.

Porém, existe uma ausência bastante curiosa.

O remake não possui o clássico multiplayer em tela dividida do Nintendo 64.

Isso é uma oportunidade perdida.

Se a Nintendo estava recriando Star Fox 64, seria muito interessante trazer também aquele modo clássico, talvez expandido para oito ou até dezesseis jogadores.

Um grande modo de batalha com várias Arwings seria perfeito para esse remake.

Um remake que respeita o original

Star Fox 64 no Switch 2 não tenta reinventar completamente a franquia.

Ele faz algo mais interessante: pega uma experiência clássica e apresenta o jogo para uma nova geração.

A estrutura continua familiar.

As fases continuam reconhecíveis.

As rotas continuam presentes.

Os chefes continuam seguindo a mesma filosofia.

Mas a apresentação mudou completamente.

Os gráficos são muito mais detalhados, a história ganhou novas cenas, os personagens possuem mais personalidade e a dublagem aumenta consideravelmente a imersão.

Para quem nunca jogou Star Fox 64, essa é provavelmente uma das melhores formas de conhecer a aventura.

Para quem já jogou o original, a situação é diferente.

Você não precisa necessariamente desse remake, principalmente porque Star Fox 64 já pode ser jogado no Nintendo Switch Online.

Mas se você gosta da franquia e quer experimentar uma versão muito mais cinematográfica, esse remake entrega uma experiência bastante interessante.

O futuro dos remakes do Nintendo 64

Talvez a maior pergunta deixada pelo jogo seja o que a Nintendo pretende fazer depois.

Se Star Fox 64 realmente for o início de uma nova estratégia para recriar grandes clássicos do Nintendo 64, outros jogos podem seguir o mesmo caminho.

Ocarina of Time seria um candidato óbvio.

E, quem sabe, até Super Mario 64.

A Nintendo possui uma biblioteca gigantesca de jogos que poderiam receber esse tratamento.

Por enquanto, só podemos esperar.

Mas se esse for realmente o começo de uma nova linha de remakes, Star Fox 64 pode ter sido apenas o primeiro passo.

Vale a pena?

Star Fox 64 no Switch 2 é uma experiência extremamente interessante para quem gosta do clássico.

O jogo mantém a essência do original, mas adiciona gráficos modernos, novas cenas, dublagem, maior imersão e uma apresentação muito mais cinematográfica.

Algumas decisões podem dividir opiniões, principalmente o novo visual dos personagens e a ausência do multiplayer clássico em tela dividida.

Mesmo assim, é difícil negar o impacto de ver Star Fox 64 completamente reconstruído para uma nova geração.

É o mesmo jogo que muitos jogadores conhecem, mas apresentado de uma maneira que consegue fazer a aventura parecer nova novamente.

E talvez esse seja justamente o maior mérito desse remake.

Continue Reading

Games

Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

Published

on

By

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.

Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.

O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.

Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.

Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.

Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.

Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.

Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.

No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.

Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending