Em um painel na New York Comic Con, a Netflix confirmou a segunda temporada de O Príncipe Dragão com um cartaz mostrando Claudia e Ezran invocando magias. O ano dois da animação tem a previsão de chegada para 2019. Veja:
Além do cartaz, o criador da série, Aaron Ehasz, divulgou uma arte com um espelho refletindo uma mão fazendo “dois” com os dedos. A primeira temporada terminou com uma cena parecida com a imagem como gancho. Apenas que, ao invés do símbolo de paz, era uma mão aberta com quatro dedos — indicando que um Elfo está preso dentro do artefato. Veja a arte:
A história gira em torno de uma longa guerra entre humanos e elfos, iniciada após a morte do Rei Dragão e do sumiço de seu único ovo. Séculos depois, Callum, Ezran e Rayla, dois humanos e uma elfa, encontram o ovo e se unem para acabar com a guerra e restaurar a paz no mundo.
A série animada será comandada por Aaron Ehasz, roteirista de Avatar: A Lenda de Aang, e Justin Richmond, ex-diretor de games na Naughty Dog, empresa que criou The Last of Us e Uncharted. Você pode ver o primeiro trailer da série aqui.
O Príncipe Dragão é uma animação exclusiva da Netflix.
A New York Comic Con 2018 acontece de quinta (4) até domingo (7), e muitas novidades de filmes, séries e quadrinhos serão apresentadas — confira o calendário completo de painéis aqui.
Créditos FONTE , nerd bunker – link original https://jovemnerd.com.br/nerdbunker/o-principe-dragao-segunda-temporada/
O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?
Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.
Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.
Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.
Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.
Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.
Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.
Acredita que o Ps3 Xbox 360 e Nintendo wii u ja são retro?
Se você cresceu jogando PlayStation 3, Xbox 360 ou até o Nintendo Wii U, talvez seja melhor se preparar: oficialmente, essa geração já começou a ser tratada como retrô. Pois é… aquele console que parecia “moderno ontem” já virou parte da história.
Se você cresceu jogando PlayStation 3, Xbox 360 ou até o Nintendo Wii U, talvez seja melhor se preparar: oficialmente, essa geração já começou a ser tratada como retrô. Pois é… aquele console que parecia “moderno ontem” já virou parte da história.
E não, isso não é só sensação essa mudança foi reforçada pela GameStop, uma das maiores redes de lojas de videogame do mundo.
A GameStop declarou essa geração virou retrô
A GameStop, conhecida principalmente pela venda de jogos usados (comprando barato e revendendo mais caro), está se adaptando ao mercado atual. Com o crescimento do interesse por jogos retrô, a empresa começou a classificar títulos e consoles como PS3, Xbox 360 e Wii U dentro dessa categoria.
E faz sentido mesmo que doa admitir.
O tempo passou mais do que parece
Vamos encarar os fatos
O PlayStation 3 foi lançado em 2006 O Xbox 360 também chegou em 2005/2006 O Wii U, apesar de mais recente (2012), já ficou pra trás há tempo
Ou seja estamos falando de consoles com quase 20 anos
Isso historicamente sempre foi o suficiente pra algo ser considerado retrô
Mas e no Brasil
Aqui a realidade sempre foi um pouco diferente Muita gente ainda joga nessas plataformas seja por acessibilidade preço ou nostalgia recente
Então é normal parecer cedo demais pra chamar de retrô Mas globalmente essa virada já aconteceu
E o mais louco a geração atual também já está envelhecendo
Pra piorar ou melhorar dependendo do ponto de vista
O PlayStation 5 já tem cerca de 6 anos O Xbox Series X|S também está nessa faixa
Ou seja a próxima transição já está no horizonte
No fim das contas
A definição de retrô pode até variar de pessoa pra pessoa mas uma coisa é certa o tempo nos videogames passa rápido demais
E aquele console que você jogava ontem hoje já virou nostalgia
E aí você aceita que PS3 e Xbox 360 são retrô ou ainda tá em negação
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