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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de sonic mania com Uganda Knuckles

Espero que gostem!

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Os Knuckles Ugandan são uma tribo indígena em Uganda. Eles são encontrados principalmente na Ilha de Lolui, no Lago Vitória, mas existem várias comunidades em Uganda.

História
História de Earley e o antigo império ugandense
Os sítios arqueológicos indicam que os Knuckles Ugandan originaram em o que é agora a ilha de Lolui. O antigo nome desta ilha era ‘Knuckles Kisiwa’ (Knuckles Island), do qual derivam seu nome. Eles originalmente viveram como simples pescadores e caçadores / coletores até que a semi-lendária Primeira Rainha descobriu Da Wey em 7000 aC, o que provocou sua grande civilização e a ascensão do antigo Império Ugandense, do qual Uganda tem seu nome. O antigo Império Ugandense foi dividido em duas castas: a casta dos Knuckles e a casta humana camponesa e escrava. O antigo Império Ugandense espalhou-se por toda a África, estabelecendo comércio e erigindo imensas estruturas e estátuas de seu Deus, Da Deval com Knuckles Island como sua capital.

O antigo império ugandense caiu em 1333 dC devido aos Knuckles ugandenses perderem Da Wey. As pessoas do Knuckles têm procurado Da Wey desde então.

Knuckles Genocide
Após a queda do antigo Império Ugandense, o Reino do Zimbábue causou genocídio aos Knuckles Ugandenses devido ao conflito constante com o Império Antigo Ugandan durante os últimos anos de sua existência. Isso empurrou os Knuckles de volta para Knuckles Island e os deixou poucos em números.

Império Britânico
Depois que o Império Britânico tomou o controle de Uganda, os exploradores vieram para Knuckles Island trazendo-os de volta à Grã-Bretanha, onde a rainha Victoria ficou tão impressionada, não apenas pelo físico, mas também por sua devoção a Da Queen. ), que ela fez seus guardas pessoais do corpo.

Quando Charles Darwin visitou Knuckles Island, ele escreveu: “Essas criaturas são o pináculo da evolução; suas habilidades físicas não são correspondidas por nada além de sua inteligência. Elas são um exemplo do que todo organismo vivo se esforça para ser.”

Idi Amin
Quando Idi Amin chegou ao poder pela primeira vez, os Knuckles ugandenses foram fortemente oprimidos, eles foram proibidos de falar seus estalidos de língua nativa e o nome de sua ilha foi mudado para Ilha de Lolui.

No famigerado comício de 1º de janeiro da Frente de Libertação Knuckles (KLF), Gaztons disse famosamente: “Dis é uma mensagem para um não-crente, Idi Amin! Você não oprimirá nosso povo! Você não sabe da vida! Cuspa nele, meu irmão!” ! ” As forças de Idi Amin encontraram este comício e abriram fogo matando mais de 100.000 civis desarmados, o que ficou conhecido como o massacre de 1º de janeiro. Isso desencadeou uma revolta armada e a formação do KLF em um grupo rebelde armado de guerrilha liderado pelo comandante Gaztons.

A princípio, o fato de que os Knuckles Ugandenses estavam em desvantagem e em desvantagem fazia com que as probabilidades parecessem contra eles, mas os Knuckles Ugandenses eram guerreiros endurecidos que se mantinham e acabavam expulsando as forças de Amin cuspindo neles. É relatado que o espeto cáustico de guerreiros Ugandan Knuckle foi responsável por bater o carro do vice-presidente Mustafa Adrisi.

O conflito terminou numa vitória decisiva da KLF. Depois que Amin fugiu do país, o comandante Gaztons disse em seu discurso de vitória “Por que você está correndo? Por que você está correndo?” dirigindo-se a Idi Amin, fugindo de Uganda. Os nós dos dedos dedicam-se a encontrar o que quer que seja e ainda estão procurando por nós.

Guerra Azul-Vermelha
Logo depois que Idi Amin fugiu de Uganda, as tensões cresceram entre os Knuckles Ugandan azuis e vermelhos. O azul Uganda Knuckles logo ficou conhecido como “Ugandan Sonic” ou “The blue”. Ambos os grupos estavam com fome de poder e mataram qualquer Knuckles ugandeses opostos em seu caminho. Logo eles entraram em guerra.

Surpreendentemente, ambos tiveram as mesmas táticas. Houve cuspidas perigosas e poucas lanças durante três anos, até que os tintos brigaram rapidamente com o acesso aos canhões britânicos, antes de serem esmagados pelos números absolutos dos blues. Logo os dois lados desistiram e assinaram um tratado de paz, permitindo que ambos os lados fossem aceitos em Uganda. Ainda existem alguns conflitos entre eles até hoje.

Análise

Fire Emblem Fortune’s Weave: vale a pena no Nintendo Switch 2?

A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

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A Nintendo lançou Fire Emblem Fortune’s Weave, e cara, esse aqui é um jogo que mostra muito bem como a nova geração do Nintendo Switch 2 pode elevar uma franquia que já tinha uma identidade visual muito forte.

Para quem não conhece Fire Emblem, estamos falando de um RPG tático. Você cria o seu próprio personagem, que acaba se tornando um dos escolhidos para tentar salvar um mundo que foi praticamente sucumbido pela influência do submundo.

Só que a história não fica apenas nisso.

Durante a aventura, você vai formar sua própria equipe, fazer alianças, conhecer diversos personagens e tomar decisões que podem levar a diferentes caminhos dentro da narrativa. O jogo possui muitos diálogos e ramificações, então suas escolhas acabam tendo importância durante a jornada.

E, obviamente, o grande destaque continua sendo o combate tático.

Você precisa pensar muito bem antes de cada movimento, posicionar corretamente seus personagens no campo de batalha, escolher quais unidades levar para cada confronto e aproveitar as habilidades da sua equipe da melhor maneira possível.

Visualmente, Fire Emblem Fortune’s Weave também impressiona bastante.

A nova geração do Nintendo Switch 2 fez muito bem para a franquia. O estilo de personagens humanoides com estética de anime ficou ainda mais bonito com a maior resolução e qualidade visual do console.

As cinemáticas estão muito bonitas, as animações são bem produzidas e a apresentação geral do jogo passa uma ótima primeira impressão.

É realmente um RPG muito bem acabado.

Agora, tem uma questão importante: Fire Emblem Fortune’s Weave é um jogo bastante focado no gênero tático. Então é aquela experiência que você pode amar muito ou simplesmente não conseguir entrar na proposta.

Quem gosta de estratégia, gerenciamento de equipe, batalhas por turnos, diálogos e construção de relacionamentos provavelmente vai encontrar bastante coisa para aproveitar aqui.

Por outro lado, se você prefere jogos mais rápidos e focados em ação, o ritmo pode acabar sendo um pouco mais lento.

Outro problema para nós brasileiros é que Fire Emblem Fortune’s Weave não possui tradução para português.

E isso pesa bastante porque a experiência depende de diálogos, decisões, personagens e da própria narrativa. Se você não tem problema com a barreira do idioma, consegue aproveitar tranquilamente a proposta do jogo. Mas para quem depende de português, isso pode ser um obstáculo.

Mesmo assim, para quem gosta de RPG tático e não tem problema com o idioma, Fire Emblem Fortune’s Weave é uma ótima opção para começar a explorar o gênero no Nintendo Switch 2.

O jogo tem uma apresentação impressionante, gráficos muito bonitos, excelentes animações, bastante estratégia e uma história construída em torno de escolhas, alianças e diferentes caminhos.

Se você curte Fire Emblem ou está procurando um RPG tático para jogar no Nintendo Switch 2, esse aqui definitivamente merece sua atenção.

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Games

Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

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Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Cara, vou te falar que vale pra caraca.

Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.

E visualmente o negócio está impressionante.

Uma nova versão do Onimusha

Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.

Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.

Agora a situação é completamente diferente.

Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.

E aí entra a espada.

O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.

Combate, orbes e ataques especiais

Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.

Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.

Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.

Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.

E o sensor de movimento do Switch 2?

No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.

E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.

Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.

Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.

A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.

Onimusha continua sabendo fazer comédia

Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.

O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.

E isso é muito Capcom.

A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.

Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.

Uma história cheia de reviravoltas

Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.

Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.

E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.

É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”

Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.

Vale os R$ 200?

Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.

Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.

A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.

No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.

Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.

Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.

E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.

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