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ALtered Beast foi o grande jogo que a Sega tinha como famoso para vender o Mega Drive antes do lançamento do SOnic

Este JOGO era FAMOSO Antes do SONIC 🤩| Altered Beast – Rk Play

Espero que gostem!

Edição @gabrielbarge

arte de @artedocarneiro

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Playslist historia dos Jogos

0:00 Inicio
1:13 Historia
1:45 Gameplay
2:05 Jogo Original
5:03 Versão da Nintendo
5:53 Playstation 2
6:58 Game Boy Advance

Altered Beast, é um jogo Arcade Beat ’em up, desenvolvido e publicado pela SEGA em 1988. Cujo desenvolvimento foi encabeçado por Makoto Uchida, que teve em Altered Beast, seu primeiro projeto como líder de uma equipe de desenvolvimento. Sendo um game que, apesar de famoso por vir junto com o Mega Drive. Foi, na verdade, um sucesso nos Arcade, sendo portado para inúmeras plataformas. Dentre as Master System, NES e Game Gear. Além de ter e ganho uma versão para o Playstation 2 em Janeiro de 2005

O enredo do jogo é simples, cuja premissa base, consiste em que Neff (uma divindade demoníaca e governante do submundo), captura a Deusa Athena. Então, irritado, o próprio Zeus, senhor do Olimpo, e pai da Athena. Decide escolher um campeão para salvá-la. e então, respeitando a bravura dos Centuriões Romanos, Zeus ressuscita um deles, e o entrega poderes, para que ele seja o seu campeão. E desça aos mais profundos níveis do submundo, para resgatar a deusa.

Temos um clássico beat ’em up de rolagem lateral, com alguns elementos de plataforma. Possuindo 5 níveis ambientados na Grécia Antiga, povoada por toda a sorte de criaturas estranhas. Que podem ser enfrentadas, por até dois jogadores simultâneos. Que vão observar, após cada vez que sobrepujarem o Neff (transformado em alguma criatura). Pequenas cut scenes, mostrando os perigos corridos por Athena.

Os comandos são igualmente simples: soco, chute, e pulo. E a cada vez que o jogador abater um lobo branco de duas cabeças, haverá um power-up. Inclusive, e com 3 deles, o personagem se transforma em um poderoso ser bestial. Com suas habilidades muito aumentadas, para enfrentar Neff até o fim da fase.

As bestas incluem, além do lendário lobisomem, que ilustra as artes do jogo, e sua versão dourada… Também bestas dragão, urso, e tigre. Sendo que cada besta oferece uma nova mecânica, e habilidades únicas. Já no porte para NES, houve uma grande licença criativa, e também podemos transformar em leão, tubarão, e numa fênix.

Na versão original de arcade, os créditos finais revelam que todo o jogo era uma encenação, e não uma batalha entre criaturas mágicas. Tudo não passava de um ator, fazendo um papel de herói, e enfrentando dublês. Enquanto os efeitos especiais, entregavam as transformações e habilidades mágicas

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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