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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar sonic 4

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mais sobre sonic 4

Sonic the Hedgehog 4: Episode I (ソニックザヘッジホッグ 4フォー : エピソードI, Sonikku za hejjihoggu Fō: Episōdo Wan?) é jogo da série Sonic the Hedgehog. Seu lançamento ocorreu dia 7 de outubro de 2010 para PlayStation 3, Xbox 360, Nintendo Wii, iPhone e iPod Touch. E Relançado dia 19 de janeiro de 2012 para PC na Steam . Anunciado pela primeira vez em 8 de setembro de 2009,[2] teve seu nome oficial revelado em 4 de fevereiro de 2010.[3] O jogo é uma continuação direta do jogo Sonic & Knuckles.[4] O jogo é compatível com os sistemas de controle por movimento no Wii e PlayStation 3

Enredo
A história passa-se após a destruição do Death Egg. O Dr. Eggman sobreviveu e está disposto a fazer de tudo para se livrar duma vez do Sonic, então ele usa as suas melhores criações. Sonic pede a Tails e Knuckles para não intervirem e diz que poderá encarregar-se do vilão.

Fases
Splash Hill Zone
Similar à Green Hill de Sonic original, passa-se numa floresta tropical, com muitas quedas d’água.

Chefe: O dr. Robotnik (ou Eggman) usa um pêndulo com uma esfera pesada. Após três golpes contra a máquina do dr. Robotnik, o pêndulo passa a uma corrente que gira por cima da máquina.
Casino Street Zone
Comparado a Casino Night Zone, de Sonic 2. Passa-se num cassino ricamente decorado. Tem vários obstáculos e flippers, que podem lançar Sonic até grandes alturas. O segundo ato é um desafio em que Sonic precisa acumular 100 mil pontos numa máquina tipo caça-níquel. No terceiro ato, além de flippers para atingir grandes alturas há também canhões.

Chefe: Na primeira parte, é necessário escapar de correntes elétricas emanadas pela máquina. Na segunda parte, a corrente elétrica envolve a máquina inteira na maior parte do tempo; os golpes devem ser dados nos intervalos em que a máquina permanece estável.
Lost Labirinth Zone
Ruínas antigas, parcialmente submersas pela água. O segundo ato se passa dentro de uma mina; Sonic permanece dentro de um carrinho..

Chefe: Sonic deve atravessar um pequeno labirinto subaquático até ficar preso entre duas torres, que empurram paredes que podem esmagar, mas também são necessárias para se atingir a máquina do dr. Robotnik, que permanece no topo da tela.
Mad Gear Zone
Uma planta industrial, cheia de armadilhas como bicos de Bunsen, rodas dentadas, espinhos e paredes que correm atrás de Sonic. É uma das fases mais difíceis do jogo.

Chefe: A máquina do dr. Robotnik é envolvida por balões. Deve-se escapar dos balões e desferir golpes contra a máquina. A cada golpe um balão desaparece. Após todos os balões serem esgotados, o dr. Robotnik corre de Sonic, deixando bombas pelo caminho.
E.G.G. Station
A fase final do primeiro episódio. Todos os chefes anteriores são repetidos. Após o último, aparece ainda um quinto, o Death Egg Robot (com um novo visual), com vários padrões diferentes de ataque.

Sonic the Hedgehog 4: Episode II (ソニックザヘッジホッグ 4フォー : エピソードII, Sonikku za hejjihoggu Fō: Episōdo Tsū?) é jogo da série Sonic the Hedgehog. Seu lançamento ocorreu dia 15 de maio de 2012 para PlayStation 3, 16 de maio de 2017 para Xbox 360, Android e 17 de maio de 2012 para iOS.

Enredo
A história passa-se após Sonic CD. O Dr. Eggman reconstrói Metal Sonic (com um novo visual) e está disposto a fazer de tudo para se livrar duma vez do Sonic, então ele usa as suas melhores criações. Tails se junta a Sonic para derrotar Eggman, de novo.

Fases
Sylvania Castle Zone
Passa-se em um antigo castelo parcialmente inundado. Parece-se com a Lost Labyrinth Zone e provavelmente derivada da Aquatic Ruin Zone, de Sonic 2. A partir deste episódio Sonic passa a contar com a ajuda de Tails para atingir grandes altitudes e perfurar paredes quebradiças.

Chefe: O Dr. Robotnik aparece em uma máquina em forma de flor, com “pétalas” giratórias. No último golpe, vários fios em forma de plantas carnívoras “estrangulam” a máquina, destruindo-a.
White Park Zone
Esta zona se passa num parque temático natalino em regiões polares. Tem um dos cenários mais ricos de toda a série, decorada com pinheiros de Natal, carrosséis e muita neve e gelo (exceto no segundo estágio). O terceiro estágio se passa sob a água parcialmente congelada.

Chefe: Desta vez o chefe é Metal Sonic. Disputa-se uma corrida com ele, de forma parecida com a Stardust Speedway de Sonic CD, porém com obstáculos mais difíceis, com vários padrões de ataque. Um deles especialmente pode fazer com que a fase toda tenha de ser reiniciada, mesmo que Sonic e Tails ainda tenham anéis.

Análise

Fire Emblem: Fortune’s Wave – Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

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Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

O jogo é simplesmente lindo. Os gráficos em estilo anime são impressionantes, as animações são muito bem produzidas e existe uma grande preocupação em desenvolver a relação entre os personagens enquanto a história avança.

E é justamente aí que aparece um problema enorme para o público brasileiro: o jogo não possui localização para português.

Quando penso em recomendar esse jogo para a galera que acompanha o RK Play, essa é uma das primeiras coisas que passam pela minha cabeça. Estamos falando de um jogo focado em história, personagens, diálogos e construção de um universo medieval. Ou seja, entender o que está acontecendo não é apenas um detalhe.

Você pode até saber inglês e conseguir jogar tranquilamente. Mas muita gente no Brasil não domina o idioma. E isso não significa falta de interesse em videogames. Muitas pessoas simplesmente nunca tiveram a oportunidade de aprender inglês de forma suficiente para acompanhar um jogo com centenas de diálogos.

E existe outro ponto importante: você pode saber inglês, mas seus amigos, familiares ou outras pessoas que poderiam conhecer esse jogo talvez não saibam.

Isso acaba criando uma barreira enorme.

Eu já falei aqui no perfil sobre esse jogo e, sinceramente, é um título que eu facilmente consigo recomendar para muita gente. Ele tem uma proposta muito interessante, visual impressionante, combate estratégico, exploração e muitas horas de conteúdo.

Só que, para quem não entende inglês, a experiência pode ficar bastante prejudicada.

E o pior é que você não está apenas deixando de entender algumas frases. Você pode acabar perdendo justamente uma das partes mais importantes da experiência: a história e a relação entre os personagens.

Eu sei que qualquer pessoa pode começar a aprender inglês a qualquer momento. Também sei que existem escolas bilíngues e pessoas que têm contato com o idioma desde cedo.

Mas estamos falando do Brasil.

Uma localização em português não seria apenas uma comodidade. Para muita gente, ela seria a diferença entre conseguir aproveitar completamente o jogo ou simplesmente deixar passar.

Por isso fica a pergunta: uma tradução para português poderia fazer esse jogo alcançar muito mais jogadores no Brasil?

Na minha opinião, quando um jogo depende tanto de narrativa e diálogo, a localização faz uma diferença enorme na possibilidade de ele conquistar um novo público.

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Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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