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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos conhecer os mais de 100 jogos que tenho no meu 3ds

Espero que gostem!

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Jogos mencionados

1. 1001 Spikes
2. 7th Dragon III Code: VFD
3. Angry Video Game Nerd Adventures
4. Animal Crossing: New Leaf
5. Azure Striker Gunvolt
6. Azure Striker Gunvolt 2
7. BIT.TRIP SAGA
8. BoxBoy!
9. BoxBoxBoy!
10. Bravely Default
11. Bravely Second: End Layer
12. Cave Story 3D
13. Corpse Party
14. Crimson Shroud
15. Pokemon 3ds
16. Disney Magical World
17. Disney Magical World 2
18. Donkey Kong Country Returns 3D
19. Dragon Quest VII: Fragments of the Forgotten Past
20. Etrian Odyssey Untold: The Millennium Girl
21. Etrian Odyssey 2 Untold: The Fafnir Knight
22. Etrian Odyssey IV: Legends of the Titan
23. Etrian Mystery Dungeon
24. Fantasy Life
25. Fire Emblem Awakening
26. Fire Emblem Fates
27. Gunman Clive
28. Gunman Clive 2
29. Gurumin 3D: A Monstrous Adventure
30. Harvest Moon 3D: A New Beginning
31.Story of Seasons
32. Hatsune Miku: Project Mirai DX
33. Hyrule Warriors Legends
34. Kid Icarus: Uprising
35. Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance
36. Kirby: Triple Deluxe
37. Kirby: Planet Robobot
38. Kokuga
39. Luigi’s Mansion: Dark Moon
40. Mario & Luigi: Dream Team
41. Mario & Luigi: Paper Jam
42. Mario and Donkey Kong: Minis on the Move
43. Mario Golf: World Tour
44. Mario Kart 7
45. Metal Gear Solid 3D: Snake Eater
46. Mighty Switch Force!
47. Mighty Switch Force! 2
48. Monster Hunter 3 Ultimate
49. Monster Hunter 4 Ultimate
50. Monster Hunter Generations
51. Nano EX
52. New Super Mario Bros. 2
53. Nintendogs + Cats
54. Paper Mario: Sticker Star
55. Persona Q: Shadow of the Labyrinth
56. Phoenix Wright: Ace Attorney – Dual Destinies
DLC. Turnabout Reclaimed
57. Phoenix Wright: Ace Attorney – Spirit of Justice
58. Pokémon Omega Ruby & Alpha Sapphire
59. Pokémon X & Y
60. Pokémon Sun and Moon
61. Professor Layton VS Phoenix Wright Ace Attorney
62. Professor Layton and the Miracle Mask
63. Professor Layton and the Azran Legacy
64. Project X Zone
65. Project X Zone 2
66. Pushmo
67. Crashmo
68. Stretchmo
69. Resident Evil: Revelations
70. Retro City Rampage DX
71. Rhythm Heaven Megamix
72. Rhythm Thief & the Emperor’s Treasure
73. Rune Factory 4
74. Scribblenauts Unlimited
75. Severed
76. Shantae and the Pirate’s Curse
77. Shin Megami Tensei IV
78. Shin Megami Tensei IV: Apocalypse
79. Shin Megami Tensei: Devil Survivor Overclocked
80. Shin Megami Tensei: Devil Survivor 2 Record Breaker
81. Shin Megami Tensei: Devil Summoner – Soul Hackers
82. Shovel Knight
83. Star Fox 64 3D
84. SteamWorld Dig
85. SteamWorld Heist
86. Stella Glow
87. Super Mario 3D Land
88. Super Mario Maker
89. Super Smash Bros.
90. Super Street Fighter IV: 3D Edition
91. Tales of the Abyss
92. Tetris Axis
93. The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D
94. The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D
95. The Legend of Zelda: A Link Between Worlds
96. Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call
97. Xenoblade Chronicles 3D [New 3DS]
98. Yo-Kai Watch
99. Zero Escape: Virtue’s Last Reward
100. Zero Escape: Zero Time Dilemma #rkplay #robertokarlos #historiamegaman

Análise

Vale a pena jogar My Hero Academia all justice agora no Switch 2?

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Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.

O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.

Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.

Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.

O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.

Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.

Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.

E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.

Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.

O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.

O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.

Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.

No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.

Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.

O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.

E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.

Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.

My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.

Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.

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Análise

Vale a pena comprar Elden Ring no Switch 2?

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

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Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.

Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.

Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.

Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.

O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.

É claro que não é perfeito.

Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.

Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.

E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.

Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.

A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.

Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.

E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.

Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.

Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.

Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.

Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.

Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.

Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.

E o principal problema é o cross-save.

Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.

Mas isso não acontece.

Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.

Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.

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