A Microsoft está cada vez mais consolidada como uma das maiores distribuidoras de videogames do mundo. Com a chegada de seus jogos em plataformas concorrentes, como o recente anúncio de Forza para PlayStation, muitos se perguntam: ainda vale a pena investir em um Xbox?
A Microsoft está cada vez mais consolidada como uma das maiores distribuidoras de videogames do mundo. Com a chegada de seus jogos em plataformas concorrentes, como o recente anúncio de Forza para PlayStation, muitos se perguntam: ainda vale a pena investir em um Xbox?
A Evolução do Xbox
O Xbox passou por diversas reviravoltas ao longo da sua história. Desde o primeiro console lançado na era dos 128 bits, passando pelo Xbox 360 que dominou o Brasil com seus desbloqueios, até o Xbox One que trouxe o Game Pass, a plataforma sempre esteve em constante mudança.
Atualmente, a Microsoft possui dois modelos principais:
Xbox Series S: um console focado no digital, com 512 GB de armazenamento, rodando jogos a 1080p. Seu preço oficial gira em torno de R$ 3.000, mas é fácil encontrá-lo mais barato.
Xbox Series X: o modelo mais poderoso, com 1 TB de armazenamento, suporte a 4K e leitor de discos para jogos de Xbox One, Xbox 360 e até o primeiro Xbox.
O Grande Trunfo do Xbox: Game Pass
O Game Pass é um dos principais atrativos da plataforma. Com uma assinatura mensal, o jogador tem acesso a um vasto catálogo de jogos, incluindo títulos de grandes estúdios adquiridos pela Microsoft, como:
Bethesda (Doom, Elder Scrolls, Fallout)
Activision Blizzard (Call of Duty, Diablo, Overwatch)
Xbox Game Studios (Halo, Forza, Gears of War)
EA e Ubisoft (Battlefield, Need for Speed, Assassin’s Creed, Watch Dogs)
Além disso, o Game Pass permite jogar no PC e até mesmo via nuvem, facilitando o acesso sem precisar de um console.
Xbox ou PC? Qual a Melhor Escolha?
Se você já tem um PC potente, pode ser mais vantajoso assinar apenas o Game Pass e jogar diretamente no computador. No entanto, se você prefere um console dedicado ou não tem um computador gamer, o Xbox Series S ou X ainda são excelentes opções.
Principais Jogos Disponíveis no Xbox
Crash Bandicoot e Spyro – Clássicos do gênero plataforma
Forza Horizon – Um dos melhores jogos de corrida da atualidade
Halo – A icônica franquia de tiro da Microsoft
Call of Duty: Black Ops 6 – Agora disponível no Game Pass
Indiana Jones e Doom Dark Ages – Lançamentos aguardados para 2025
Monster Hunter Wilds – Nova edição do famoso jogo de caça
Conclusão
Se você já possui um PC gamer, pode não valer a pena comprar um Xbox, já que muitos dos seus jogos estão disponíveis no Game Pass para PC. Porém, se você busca um console acessível para jogar sem preocupações, o Xbox Series S é uma ótima opção, enquanto o Xbox Series X é ideal para quem quer o máximo de desempenho.
A Microsoft não está mais focada apenas em vender consoles, mas sim em expandir seu ecossistema de jogos. No final, o que importa para a empresa é que você continue jogando dentro do universo Xbox, seja no console, PC ou na nuvem.
POPUCOM – esse aqui é o melhor jogo coop que tu vai jogar | REVIEW
Esse jogo já te conquista logo de cara pela simplicidade, mas não se engana: por trás do visual fofinho, tem uma jogabilidade bem pensada e extremamente divertida.
Se tu curte jogos cooperativos, daqueles que dá pra sentar no sofá com alguém e se divertir sem estresse, anota esse nome: Popucom.
Esse jogo já te conquista logo de cara pela simplicidade, mas não se engana: por trás do visual fofinho, tem uma jogabilidade bem pensada e extremamente divertida.
Jogabilidade simples, mas viciante
Aqui você controla um personagem que precisa atirar em diversas bolhas coloridas, e o grande charme do jogo está nos combos. Quando você encaixa as cores certas, tudo explode na tela, trazendo aquela sensação gostosa de puzzle bem resolvido.
O mais interessante é que o jogo te obriga a jogar em coop. Ele foi claramente pensado para duas pessoas, o que deixa tudo mais dinâmico, cooperativo e, principalmente, divertido.
Coop é o coração do jogo
O modo principal é o modo história, totalmente focado no cooperativo. Dá pra jogar localmente ou online, mas sendo bem sincero: a melhor experiência é jogando lado a lado com alguém.
Eu joguei no Nintendo Switch, e no online não tive muita sorte — basicamente não encontrei ninguém jogando. Então fica o aviso: esse é um jogo feito pra chamar um amigo, um familiar ou alguém que esteja perto de você.
Visual leve e relaxante
O visual é bem simples, mas extremamente funcional. Ele lembra muito aquele estilo anime super colorido, com cores vibrantes e uma identidade visual que combina perfeitamente com a proposta do jogo.
Em vários momentos ele passa uma vibe de Puzzle Bobble, mas com uma pegada mais moderna e descontraída. É claramente um jogo indie feito para relaxar, sem pressão, sem estresse.
Metroid Prime 4 é Bom Mesmo? Análise Completa do melhor jogo do Nintendo Switch 2
Metroid Prime 4 divide opiniões com seu mundo semiaberto, foco em exploração e mudanças na jogabilidade. Veja a análise completa com pontos positivos, negativos e final explicado.
Metroid Prime 4 chegou cercado de expectativa. Depois de anos em desenvolvimento, reinícios e silêncio absoluto da Nintendo, o jogo finalmente foi lançado prometendo renovar a franquia. Mas será que conseguiu?
Neste artigo, vou analisar tudo o que Metroid Prime 4 faz de certo, onde ele erra e se realmente vale a pena jogar.
Metroid Prime 4 tenta reinventar a franquia
O jogo aposta forte em uma estrutura que mistura exploração, narrativa e mundo semiaberto, algo que não fazia parte da essência da franquia original.
Apesar disso, ele ainda carrega o DNA clássico do Metroid:
exploração metódica
backtracking
progressão por habilidades
foco em ambientação
O problema é que essa nova abordagem nem sempre funciona.
Metroid Prime 4 não é um mundo aberto de verdade
Mesmo parecendo um mundo aberto, o jogo é altamente limitado.
Você explora grandes áreas conectadas, mas:
só avança quando desbloqueia habilidades específicas
precisa seguir uma ordem pré-definida
muitas áreas parecem abertas, mas são bloqueadas artificialmente
Isso faz com que o jogo finja liberdade, mas mantenha tudo sob controle.
Combate funciona, mas não é o foco
O combate é sólido e bem construído, principalmente nos chefes. Porém, o foco do jogo não é ação intensa, e sim exploração e observação.
Se você espera algo próximo de um FPS rápido, vai se frustrar.
Metroid Prime 4 é mais sobre entender o ambiente do que reagir rapidamente.
Samus muda, mas continua distante
Após a recepção negativa de Metroid: Other M, a Nintendo optou por deixar Samus praticamente muda.
Ela quase não se expressa. Outros personagens falam por ela.
Isso cria uma narrativa estranha, distante e pouco emocional. Em muitos momentos, parece que os acontecimentos não têm peso real.
História ambiciosa, mas irregular
A trama envolve:
uma civilização extinta
cristais psíquicos
um planeta condenado
o retorno de Silux
A ideia é boa, mas a execução sofre. Muitos personagens surgem e desaparecem rápido demais, sem criar conexão emocional.
O vilão tem presença, mas não impacto suficiente.
O problema do mundo aberto e da moto
A inclusão da moto e das áreas abertas é um dos pontos mais controversos.
O mapa é grande, mas vazio. A exploração vira deslocamento. A moto serve mais como transporte do que como mecânica divertida.
O jogo tenta ser um Zelda moderno, mas não tem a liberdade que faz Zelda funcionar.
Chefes e desafios
Os chefes são o ponto alto do jogo:
visuais impressionantes
uso criativo dos poderes
boa variedade
Mas alguns encontros são longos demais e dependem de mecânicas pouco intuitivas.
Progressão travada e ritmo quebrado
Para avançar, o jogo obriga o jogador a:
coletar cristais
revisitar áreas antigas
cumprir objetivos secundários obrigatórios
Isso quebra totalmente o ritmo da narrativa e alonga artificialmente a campanha.
Final e conclusão
O final é simbólico, bonito e coerente, mas previsível.
Samus cumpre seu papel, o ciclo se fecha e a história termina de forma segura, sem grandes riscos narrativos.
Existe um final secreto, mas ele pouco altera o impacto geral.
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