DESBLOQUEIO DEFINITIVO DO NINTENDO SWITCH FOI LANÇADO 😱
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Nintendo começa a banir consoles Switch desbloqueados
Falha de segurança no hardware permite jailbreak na plataforma
Em abril, hackers descobriram uma falha de segurança no hardware do Nintendo Switch, que permite o desbloqueio e instalação de programas não-autorizados no console.
Desde então, usuários tem descoberto formas de instalar aplicativos e até afetar jogos do Switch, como foi o caso com as imagens pornográficas que surgiram em Super Mario Odyssey.
Aparentemente, porém, a Nintendo melhorou significativamente suas proteções anti-pirataria, sendo capaz de identificar e bloquear consoles bloqueados e que utilizam jogos e aplicativos piratas.
Em um post na rede social reddit, o hacker SciresM disse que a Nintendo consegue “detectar com perfeição” se um jogo de cartucho ou digital é um produto legítimo ou pirata, e caso esteja online, banir tanto o console quanto o usuário infrator.
“Um número pequeno de consumidores tem usado Nintendo Switch modificados para mostrar material inapropriado ou não-autorizado em certos jogos online”, declarou a empresa ao site The Verge. “A Nintendo sempre se esforça para trazer uma experiência positiva para todos os consumidores e isso inclui monitorar continuamente todas as ameaças para a segurança de seus produtos e tomar ações rápidas e firmes para evitá-las.”
“Nintendo Switch modificados já foram banidos.”
Enquanto isso, modders que não querem utilizar o console desbloqueado necessariamente para produtos piratas têm tentado descobrir identificadores comuns para o banimento de usuários e consoles modificados
Nintendo teria lançado novos Switch resistentes à pirataria…
Meses após ser divulgado um método “irreparável” que permitia o uso de jogos piratas em todas as unidades do Switch disponíveis no mercado, a Nintendo aparentemente começou a vender novos Switch que receberam um reparo para protegê-los disso. A informação foi divulgada pelo hacker de hardware do Switch, SciresM, dizendo que pelo menos algumas unidades atualmente à venda nas lojas não são vulneráveis à falha conhecida como “Fusée Gelée”, que envolve um problema interno dos componentes do console. Isso quer dizer que, embora as unidades já comercializadas do Switch não possam ter esse problema consertado, a Nintendo conseguiu dificultar o “desbloqueio” em novos aparelhos…. –
Agora que podemos ter certeza de como funciona o novo HACK do modo RCM no Nintendo Switch e agora que as coisas estão andando feito SHINKANSEN (Trem-Bala), ou poderia dizer… Feito um Foguete! (entendedores entenderam… ou não! XD)
Bem, para simplificar tudo, ou quase. O pessoal da cena está trabalhando duro para fazer funcionar as coisas que se podia fazer na firmware 3.0.0 com Homebrews e tal, disponibilizou um IPL (HEKATE) para ser carregado via Fusée-Gelée (Exploit por ktemkin, hack RCM por Reswitched, failOverflow) o que permite que consoles com firmware acima de 3.0.0 ou o último 5.0.2 e infinitamente… (Porteira Aberta!) possam aproveitar os aplicativos caseiros e emuladores disponíveis.
Mas!
Esta é uma opção alternativa e básica, fique sabendo que o Grupo (SciresM, TuxSH, ktemkin and hexkyz) estão preparando o Custom Firmware Atmosphere para ser lançado livremente em BREVE, além do Grupo Tem Xecuter conhecido pelos Hardwares de desbloqueio do XB360 que prepara um pacote completo chamado TX SX Family para a venda, constituido de um Dongle e um Jig + CFW, apesar de que você pode adquirir a penas a CFW através da compra da licença da mesma.
Antes de iniciar, vamos começar com nossa aulinha do Professor BrazMii
Primeiro!
Não nos responsabilizamos se você causar algum dano ao seu console e não queremos que isso aconteça, obviamente estamos aqui para ajudar e tudo que for escrito aqui foi disponibilizado por grupos confiáveis que fizeram todos os testes possíveis para garantir estabilidade no processo.
Não é necessário atualizar o firmware para a última versão, recomenda-se que até que a Custom Firmware Atmosphere seja lançada, que se permaneça na menor versão possível, porém quem está acima da versão 3.0.0 e quer desfrutar de Homebrews HOJE mesmo, você terá que atualizar para 4.0.x ou 5.0.2 porque a Nintendo pode ainda querer complicar a maneira de como o Homebrew Launcher ou qualquer Homebrew possa ser executado em uma atualização futura, mas mesmo assim não poderá parar o desbloqueio via RCM nos consoles atuais até que venha a lançar um novo modelo com hardware melhorado.
Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.
O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.
Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.
Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.
O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.
Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.
Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.
E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.
Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.
O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.
O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.
Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.
No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.
Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.
O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.
E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.
Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.
My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.
Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.
Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.
Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.
Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.
O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.
É claro que não é perfeito.
Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.
Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.
E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.
Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.
A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.
Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.
E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.
Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.
Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.
Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.
Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.
Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.
Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.
E o principal problema é o cross-save.
Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.
Mas isso não acontece.
Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.
Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.
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