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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vou falar sobre um super nintendo achado no LIXÃO

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Super Nintendo Entertainment System, (também conhecido como o Super NES, SNES ou Super Nintendo, em português Super Sistema de Entretenimento Nintendo) é um console de videogame de 16 bits desenvolvido pela Nintendo que foi lançado em 1990 no Japão, 1991 nos Estados Unidos, 1992 na Europa e Australásia (Oceania) e América do Sul em 1993. No Japão, o sistema é chamado de Super Famicom (Sūpā Famikon), oficialmente, adotando o nome abreviado do seu antecessor, o Famicom), ou SFC para breve. Na Coréia do Sul, é conhecida como a Super Comboy e foi distribuído pela Hyundai Electronics. Embora cada versão é essencialmente o mesmo, várias formas de bloqueio regional impedem as diferentes versões sejam compatíveis entre si.

O Super Nintendo Entertainment System é o segundo home console da Nintendo, o Nintendo Entertainment System (NES) foi o primeiro. O console apresentou gráficos avançados e recursos de som em comparação com outros consoles na época. Além disso, o desenvolvimento de uma variedade de chips de aprimoramento (que foram integrados em placas de circuito) ajudou a mantê-lo competitivo no mercado. Enquanto brutos gráficos tridimensionais raramente tinham sido vistos antes em consoles domésticos, utilizando o chip Super FX começando com Star Fox em 1993, o SNES foi capaz de rodar jogos com o mais suave e mais detalhados gráficos tridimensionais, que era anteriormente possível. Isso despertou interesse mais difundido em gráficos de polígono na indústria, ajudando a inaugurar em gráficos 3D, como pode ser visto na quinta geração de consoles de videogame.[9]

O SNES foi um sucesso mundial, tornando-se o console mais vendido da época apesar de seu início relativamente tardio e a competição feroz que enfrentou na Europa e América do norte. O SNES permaneceu popular até a era de 32 bits e continua a ser popular entre os fãs, colecionadores, retro gamers e entusiastas de emulação, alguns dos quais ainda estão fazendo imagens ROM homebrew. O sucesso de sua venda foi superior a 50 milhões de unidades por todo o mundo. O SNES foi oficialmente descontinuado em setembro de 1999 nos Estados Unidos, e em setembro de 2003, no Japão

História
Tudo começou quando a NEC decidiu competir com o famoso NES. Sendo assim, lançou o videogame TurboGrafx-16 em Outubro de 1987. Já a SEGA, lançou o videogame Mega Drive em 1988. Como os dois videogames tinham processadores de 16-bits, mais avançados que o famoso NES, a Nintendo decidiu unir as forças para lançar um videogame com novo sistema, sendo assim o sucessor do Nintendo (Famicom no Japão) batizado com o nome de Super Nintendo (Super Famicom no Japão).

Fora lançado ao fim de 1990 no Japão, nos EUA em Novembro de 1991 e depois em 1992 na Europa. A versão européia do console (lançado em 1992) é visualmente idêntica ao modelo japonês. O controle também é praticamente idêntico, com botões coloridos. Porém na Europa o sistema de cores do console é PAL, enquanto no Japão e Estados Unidos é NTSC.

No Brasil, chegou oficialmente apenas em 30 de agosto de 1993, fabricado pela Playtronic (uma joint-venture entre duas empresas, a Gradiente e a Estrela), representante oficial da Nintendo no país na época. Já em versão transcodificada para PAL-M.[1] Inclusive sendo fabricado por muitos anos em Manaus, até a saída da Gradiente do ramo, em 2003.

A Nintendo garantiu seu sucesso no Japão especialmente por manter velhos parceiros, como Capcom, Konami, Tecmo, Square, Koei e Enix, que mantinham a exclusividade da Nintendo de séries como Mega Man, Final Fantasy e Dragon Quest. Nos Estados Unidos, o Super NES começou cambaleando, mas logo ultrapassou em vendas seu principal concorrente, o Mega Drive, graças a jogos como Super Mario World, The Legend of Zelda: A Link to the Past, Street Fighter II: The World Warrior, Super Metroid, Mortal Kombat II, e os jogos das séries Final Fantasy, Dragon Quest e Donkey Kong Country, consolidando-se, assim, como o maior nome da era 16-bits.

O Super NES e Super Famicom foram lançados com apenas alguns jogos, mas esses jogos foram bem recebidos no mercado. No Japão, apenas dois jogos. Os dois jogos no lançamento foram Super Mario World e F-Zero. O primeiro, estrelado pelo mascote Mario, costumava acompanhar o console nas vendas e contabilizou 20 milhões de cópias. O segundo contabilizou 2,85 milhões e deu início a mais uma série da Nintendo. Na América do Norte, Super Mario World e outros títulos iniciais incluindo F-Zero, Pilotwings (ambos demonstraram a capacidade de renderização pseudo-3D do console “Mode 7”

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Crazy Taxi Está de Volta! Clássico da SEGA Retorna com História e Muito Caos

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A SEGA continua apostando forte em seus clássicos e agora chegou a vez de um dos jogos mais queridos da era dos arcades e do Dreamcast voltar com tudo. Sim, estamos falando de Crazy Taxi!

Para quem nunca jogou, Crazy Taxi é aquele tipo de jogo simples de entender e extremamente divertido de jogar. A missão é pegar passageiros, acelerar pelas ruas em alta velocidade, fazer drifts insanos, cortar caminho por onde for possível e levar cada cliente ao destino antes que o tempo acabe. Tudo isso com aquela energia caótica que transformou o título em um verdadeiro fenômeno dos fliperamas e dos consoles.

Mas desta vez a SEGA não está apenas trazendo uma versão modernizada do clássico. O novo Crazy Taxi promete expandir a fórmula original de maneira gigantesca.

Um Mundo Muito Maior

Uma das grandes novidades é que o jogo agora contará com uma estrutura em mundo aberto. Em vez de apenas realizar corridas em um mapa fechado, os jogadores poderão explorar diferentes cidades e regiões, realizando missões e acompanhando uma campanha com elementos de história.

Essa mudança tem potencial para tornar a experiência muito mais profunda, adicionando novos objetivos e motivos para continuar jogando além das corridas tradicionais.

Criador Original Está de Volta

Outra excelente notícia é que o criador original da franquia está envolvido no desenvolvimento do projeto. Isso significa que a essência que tornou Crazy Taxi um sucesso continua sendo uma das prioridades da equipe.

Para os fãs de longa data, isso aumenta bastante a confiança de que o espírito do jogo original será preservado mesmo com todas as novidades da nova geração.

Modo Arcade e Nostalgia Garantida

Além das novidades, o jogo também terá um modo arcade dedicado aos fãs da experiência clássica. Pelas informações divulgadas até agora, existe a possibilidade de que conteúdos relacionados aos jogos antigos estejam presentes dentro desse modo.

Se isso realmente acontecer, será uma ótima forma de preservar a história da franquia enquanto apresenta Crazy Taxi para uma nova geração de jogadores.

E o Multiplayer?

A SEGA também prometeu modos multiplayer, mas ainda existem várias perguntas sem resposta.

Será que teremos partidas online completas? Haverá modos cooperativos? Será possível competir contra outros taxistas em tempo real? E quem sabe até sistemas envolvendo perseguições policiais e eventos dinâmicos espalhados pelo mapa?

Por enquanto, a empresa ainda não revelou todos os detalhes, mas essa é certamente uma das áreas mais interessantes para acompanhar nos próximos meses.

Um Clássico Renascendo

Crazy Taxi foi um dos jogos que ajudaram a definir a identidade do Dreamcast e marcou uma geração inteira de jogadores. Sua mistura de velocidade, manobras radicais e jogabilidade arcade continua divertida até hoje.

Agora, com gráficos modernos, mundo aberto, campanha inédita e suporte às plataformas atuais, o retorno da franquia tem tudo para ser um dos projetos mais empolgantes da nova fase da SEGA.

Se a empresa conseguir manter a diversão frenética do original enquanto adiciona novas ideias, estamos diante de um dos retornos mais importantes da história da SEGA.

E você, está animado para o novo Crazy Taxi? Conte nos comentários o que mais gostaria de ver nesse retorno do clássico!

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Games

Virtua Fighter CrossRoads pode ser a grande evolução dos jogos de luta

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A SEGA finalmente resolveu apostar alto novamente em uma de suas franquias mais importantes. Durante sua recente apresentação, a empresa revelou Virtua Fighter Cross Roads, um projeto ambicioso que promete levar a lendária série de luta para um novo patamar.

O que mais chamou atenção foi justamente o fato de que o jogo não parece querer ser apenas mais um título tradicional do gênero. Embora o combate clássico em arenas continue sendo o coração da experiência, a proposta vai muito além disso. A apresentação mostrou um forte foco narrativo, exploração de cenários e elementos que lembram bastante a estrutura vista nos jogos da série Yakuza, atualmente conhecida como Like a Dragon.

Isso não é coincidência. A equipe responsável pelo projeto possui ligação direta com os desenvolvedores da franquia Like a Dragon, e isso fica evidente na forma como o mundo, os personagens e a narrativa estão sendo construídos. A ideia é criar uma experiência mais completa, misturando ação, exploração, momentos cinematográficos e até um toque de humor característico das produções da Ryu Ga Gotoku Studio.

A revelação acabou deixando algumas pessoas confusas. Afinal, Virtua Fighter sempre foi conhecido por ser uma franquia focada exclusivamente em combate. Porém, ao que tudo indica, a SEGA quer expandir os limites do gênero e oferecer algo que os jogos de luta raramente entregam atualmente: uma aventura de grande escala.

E isso é algo extremamente interessante. Durante os anos 90, a SEGA foi uma das empresas pioneiras dos jogos de luta em 3D, ajudando a definir padrões que influenciaram toda a indústria. Ver a companhia retornar a esse gênero com um projeto de grande orçamento demonstra confiança em uma fórmula que muitos estúdios deixaram de explorar.

Além de homenagear suas raízes, Virtua Fighter Cross Roads parece disposto a modernizar a franquia sem abandonar sua identidade. O resultado pode ser exatamente o que o gênero precisa para voltar a surpreender o público.

Pessoalmente, estou torcendo muito para que esse projeto dê certo. Os jogos de luta já viveram momentos de enorme popularidade, passaram por altos e baixos ao longo das décadas e hoje enfrentam um mercado bastante competitivo. Ainda assim, Virtua Fighter Cross Roads tem potencial para fazer algo realmente diferente e mostrar que ainda existe espaço para inovação.

Se a SEGA conseguir entregar tudo o que está prometendo, podemos estar diante de um dos projetos mais importantes da história recente dos jogos de luta.

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