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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game sendo jogado em um console de jogos

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Mais sobre Xbox one

Xbox One é um console de videogame produzido pela Microsoft, o terceiro da empresa desde o lançamento do Xbox, e é introduzido no mercado oito anos após o lançamento do Xbox 360. O Xbox One apresenta jogos com gráficos de alta definição superiores aos vistos no seu antecessor.

O Xbox One foi anunciado no dia 21 de maio de 2013, apresentado ao público pelo presidente de negócios de entretenimento interativo da Microsoft, Don Mattrick, em um evento chamado Xbox Reveal, como o sucessor do Xbox 360. Ele compete com o PlayStation 4 e Nintendo Switch.[15] Seu lançamento oficial foi feito em novembro de 2013 custando US$ 499,00 (€ 499,00 ou R$ 2.299,00)

O codinome de desenvolvimento do Xbox One foi denominado de Durango e foi anunciado oficialmente no dia 21 de maio de 2013.[17]

Após o lançamento do console, a Microsoft revelou que seria necessário que o console tivesse uma conexão com a internet constante para funcionar, afirmando que traria uma série de benefícios, incluindo desenvolvedores que serão capazes de confiar em uma conexão com servidores da Microsoft para computação em nuvem e permitindo a partilha de títulos de jogos. Jogadores teriam que autenticar o seu jogo a cada 24 horas através de uma conexão constante com a internet, incluindo single-player e jogos offline. Além disso, as restrições de gerenciamento de direitos digitais significaria que os jogadores seriam obrigados a trocar seus jogos apenas nas lojas participantes, enquanto que os discos só podem ser compartilhados uma vez, e apenas com um amigo que tinha estado na lista amiga do jogador por mais de 30 dias.[18] A recepção da indústria e dos consumidores foram em grande parte negativa. Em resposta, em 19 de junho a Microsoft revelou uma inversão da política, detalhando que as restrições de jogos usados seriam descartados, e que tanto os jogos físicos e os jogos com conteúdo digital funcionariam como acontece no Xbox 360, sem a conexão constante com a internet (porém, será necessário a conexão com a internet na primeira vez que o console for ligado), e que jogos podem ser compartilhados com os amigos, sem autenticação, enquanto que os títulos digitais serão vinculados à conta. Será necessária a conexão de uma só vez, a fim de atualizar o console com um patch

O Xbox One foi anunciado em 21 de maio de 2013 às 18:00 (Horário de Portugal) e 14:00 h (Horário de Brasília), em um evento chamado Xbox Reveal, aonde o modelo do console, controle e alguns jogos foram mostrados. Seu preço é de US$ 499,00. A Microsoft anunciou que não haverá travas regionais nos games do Xbox One. Desse modo, jogos comprados na Europa podem funcionar em um console norte-americano e vice-versa

O console de nova geração, foi lançado dia 22 de novembro de 2013 pelo preço de R$ 2.200. O console foi lançado simultaneamente no Brasil, Austrália, Áustria, Canadá, França, Alemanha, Irlanda, Itália, México, Nova Zelândia, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos

O hardware do Xbox One Fat é semelhante ao do PS4.[21] As especificações do Xbox One são:

Processador x86-64 AMD APU “Jaguar” Octa-Core 1.75 até 2.86 GHz;
8GB de memória RAM DDR3; e 32MB da ESRAM
GPU AMD Radeon GCN 768 cores 853 MHz 1,31 TFLOPS;
Joystick padrão do Xbox One;
HD de 500GB;
Mídia física em Blu-Ray ( jogos e filmes) e DVD ( jogos do Xbox 360 e filmes )
7.1 surround sound;[22], Dolby Atmos[23]
Suporte a atualização variável a 120 Hz
O Xbox One S tem a resolução de 4K (3840 × 2160), conseguida por upscaling, de saída de vídeo e som surround 7.1. Yusuf Mehdi, vice-presidente de marketing da Microsoft, afirmou que não há nenhuma restrição de hardware que impediria a execução de jogos em resolução 4K. O Xbox One terá HDMI 1.4.

O Kinect 2.0 é um aparelho semelhante ao Kinect do Xbox 360, porém é maior, com suas dimensões sendo 24.9 cm x 6.6 cm x 6.7 cm (L x C x A)

Por meio do Kinect, que acompanha o videogame, o jogador pode controlar por meio de comandos de voz ou de gestos todas as opções do aparelho, saindo instantaneamente de um jogo e entrando em um filme ou na TV ao vivo, por exemplo

A tecnologia apresentada no primeiro Kinect recebeu uma grandiosa evolução em todos os sentidos. O detector de movimentos ficou muito mais preciso, identificando facilmente gestos sutis como mover os dedos, girar o pulso ou mesmo suas expressões faciais e até identificar seu batimento cardíaco. É possível até identificar a força empregada em um movimento, como um soco.

Seu campo de visão é 60% maior e permite que ele funcione tanto em ambientes mais abertos como mais fechados

Games

Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 é uma prova que de Tudo que é bom tem um custo

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

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Eu joguei Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 e já vou direto ao ponto: depende muito do seu perfil como jogador.

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

O problema começa quando olhamos para o preço.

Ele custa o mesmo que um novo Zelda. E aí a comparação pesa.

Se eu fosse montar uma escala de prioridade dentro do universo Nintendo, ficaria mais ou menos assim: primeiro um Mario Kart, depois um jogo principal do Mario em plataforma ou até mesmo Donkey Kong Bananza. Só depois eu colocaria um Mario Tennis como terceira opção de compra.

Isso não significa que o jogo é ruim. Muito pelo contrário.

O modo online funciona bem e é um dos grandes pontos positivos. As partidas são estáveis e competitivas, o que aumenta bastante a vida útil do game. Além disso, o sistema de gameplay vai além do simples tênis. Não é só escolher um personagem com atributos diferentes. Você também pode usar raquetes com poderes especiais que lançam fogo, gelo, aplicam efeitos no adversário ou até criam clones seus na quadra. Algumas habilidades são até apelonas, mas deixam tudo mais dinâmico e divertido.

Você pode jogar tanto no controle tradicional quanto usando sensor de movimento, o que ajuda a variar a experiência.

Já o modo história é o ponto mais fraco. Ele tem boas animações, mas é bem cru. Grande parte da experiência é baseada em diálogos com personagens parados e funciona quase como um grande tutorial estendido. Não é algo que vá te prender por muitas horas.

No fim das contas, não acho que seja um arrependimento de compra. É um jogo divertido, competente e funciona muito bem no que se propõe. Mas é aquele tipo de título que faz você parar e pensar: será que eu prefiro investir esse valor nele ou em um Zelda pelo mesmo preço?

Se você ama jogos esportivos arcade e quer algo competitivo para jogar online, pode valer a pena. Se você está buscando uma experiência mais robusta e épica para o seu Nintendo Switch 2, talvez seja melhor repensar a prioridade.

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Análise

My Hero Academia ao Justice depois do hype ainda é um bom jogo? Vale o seu dinheiro?

Se você está pensando em pegar My Hero Academia: One’s Justice depois que o hype já passou, a pergunta é simples: ele ainda vale a pena hoje?

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Se você está pensando em pegar My Hero Academia: One’s Justice depois que o hype já passou, a pergunta é simples: ele ainda vale a pena hoje?

Vou te falar exatamente o que eu achei.

Multiplayer é o grande destaque

Esse jogo funciona muito bem como multiplayer versus.
Ele segue aquele estilo clássico de lutinha 3D arena que lembra bastante os jogos de:

  • Naruto: Ultimate Ninja Storm

Ou seja, arenas abertas, movimentação livre, combos simples de aprender e especiais cinematográficos.

Se a sua ideia é chamar um amigo para jogar versus no sofá ou online, ele cumpre bem o papel. É divertido, rápido e direto ao ponto.

E o modo história?

https://shared.fastly.steamstatic.com/store_item_assets/steam/apps/2362050/85c35f75abf91e1fae9f2543128841bd1e55ca8a/capsule_616x353.jpg?t=1771307546

Aqui ele surpreende um pouco.

O modo história até tenta ser mais interessante, trazendo:

  • Uma exploração em pseudo mundo aberto
  • Pequenas missões paralelas
  • Lutas específicas dos arcos finais

Mas vamos ser sinceros.
A exploração não aprofunda muito a experiência. Normalmente você vai:

  • Encontrar um objeto
  • Entregar algo para outro personagem
  • Fazer uma luta

Nada que realmente transforme o jogo.

Ele funciona melhor quando é direto e foca nas batalhas principais dos arcos mais recentes de My Hero Academia.

Elenco gigante, mas limitado

O jogo tem um grupo enorme de personagens, o que é excelente para fãs.

Porém, a maioria deles brilha mesmo no:

  • Modo Arcade
  • Modo Versus

No modo história, o uso é mais limitado.

E aí entra um ponto importante.

Parece mais uma atualização do que um novo jogo

Se você já jogou My Hero One’s Justice 2, vai perceber algo.

Você está basicamente jogando a mesma base.

As mudanças são:

  • Melhorias pontuais
  • Ajustes de gameplay
  • Elenco expandido

Mas quase nada aqui parece uma grande revolução.

Ele dá aquela sensação de que poderia ser um upgrade ou expansão.

É um jogo de nicho, feito com orçamento de nicho.

Falta de localização pesa

Minha maior crítica é simples.

Ele não tem tradução para português.

Sendo um jogo publicado pela Bandai Namco Entertainment, que já trouxe jogos de Naruto até com dublagem, era totalmente possível ao menos colocar legendas em português.

Isso pesa, principalmente para quem não domina inglês.

Então vale o dinheiro?

Depende do seu perfil.

Vale a pena se:

  • Você é muito fã de My Hero
  • Quer um jogo divertido para jogar versus
  • Não liga para inovação

Talvez não valha se:

  • Você já jogou bastante o anterior
  • Espera algo revolucionário
  • Quer uma experiência single player profunda

@eurkplay

My hero academia all justice não tem legenda mas é bom jogo #rkplay #myheroacademia #alljustice

♬ som original – Rk play

Depois do hype, My Hero Academia: One’s Justice continua sendo um bom jogo de luta de anime, mas nada além disso.

Ele não é ruim.
Ele não é incrível.
Ele é exatamente o que promete ser.

Um jogo divertido para fãs e só.

Se estiver em promoção, vale muito mais a pena.

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